E existe quem ainda duvide do Fim dos Tempos.
Diz na Sagrada Escritura:
"Os quais vos diziam: No fim dos tempos virão impostores, que viverão segundo as suas ímpias paixões". (São Judas 1, 18)
"Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco
filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três
se amam".
A declaração feita pela sueca Linda Fridland, em um programa do canal
de televisão TV4, criou uma polêmica sobre o conceito tradicional de
família na Suécia, debate que também vem ocorrendo no Brasil.
Linda Fridland e o marido Erik viviam juntos havia 15 anos quando
conheceram, em 2012, Hampus Engström na empresa de táxi em que
trabalham. Foi quando os três se apaixonaram.
Linda e Erik já tinham quatro filhos. Hampus era pai de uma menina de três anos e se separaria da mulher pouco depois.
Naquele ano, todos passaram a viver juntos na mesma casa em Strömsund, no norte da Suécia.
"A família formada por um homem, sua esposa e seus filhos ainda
é o conceito predominante. Mas, hoje em dia, as pessoas estão mais
abertas ao fato de que existem outras formas de se viver", diz Linda,
que criou um blog para contar como é a relação a três.
Na literatura infantil sueca, tornaram-se comuns as histórias
de filhos de casais homossexuais – crianças com dois pais ou duas mães.
Contos infantis com personagens gays já são comuns.
Desde 2003, casais homossexuais têm o direito de adotar
crianças, e lésbicas têm acesso a subsídios estatais para tentar
engravidar por meio de tratamentos de fertilização.
A Suécia foi o primeiro país do mundo a legalizar a homossexualidade em 1944. Em 2009, legalizou o casamento gay.
Rainha Maria
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