Por Dilson Kutscher
Este artigo é do valoroso site Fratres in Unum.com, mas eu tomei a liberdade de adicionar algumas imagens e comentários (em vermelho) para melhor demonstrar este texto do Padre Cristovão.
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Um ano com Francisco. Um ano de sobressaltos.
Por Padre. Cristóvão
“Quando Pedro foi a Antioquia, eu o enfrentei em público, porque ele estava claramente errado” (Gal. II,11)
Do site Fratres in Unum.com - Assim como um náufrago, como sobrevivente
a uma catástrofe naval, me sinto após um ano com Francisco. A cada
manhã, um desassossego pelo que poderá vir. Uma entrevista?, uma
declaração ambígua?, um “pito” homilético?, uma rotulação?… E tudo,
tudo!, entre os aplausos histéricos da mídia anticatólica!
Nunca um papa foi tão amado pelos inimigos de Cristo!!!
De fato, a revolução chegou ao papado, e a instabilidade se tornou o protocolo no vértice da Igreja.
Pseudo-profetas
Sempre desconfiei de quem “chuta”, acerta e, por fim, se autodenomina
profeta. Contudo, certos “chutes” são demasiadamente certeiros; tão
certeiros que deixam de parecer “chutes”.
Poucos se deram conta, mas, quatro dias – quatro! – após a renúncia de
Bento XVI, um político italiano, Mario Staderini, secretário do Partido
Radical (que se define anti-proibicionista e, por isso, trabalhou na
legalização do divórcio, aborto etc.), fez a seguinte declaração numa entrevista na Radio Radicale:
“Pergunta. Esta foi também a semana da abdicação do papa. Você, que tem
uma atenção menos teológica em relação às coisas do Papa, o que pensa
daquilo que aconteceu no Vaticano?
Vou lhe surpreender. Creio que existam duas estradas que temos adiante:
ver esta abdicação como algo de valor dessacralizante da figura do papa
ou, como diz Giuliano Ferrara, como algo que levará a fortalecer e
animar o magistério de Ratzinger e também o anterior. Penso uma coisa: o
verdadeiro desafio para o próximo Papa será o de libertar a Igreja do
poder temporal, daquele imenso poder econômico e político que deriva de
ser ela a maior proprietária imobiliária do mundo e de ter alguns
impérios financeiros e econômicos. Daquele poder que determinou as lutas
pelo controle, um poder que está em grau de condicionar os Estados, de
corromper os Estados, mas sobretudo à própria Igreja. Por isso, creio
que o próximo papa deva se chamar Francisco I, como São Francisco, o
pobrezinho de Assis, que se libertou de todas as suas posses para viver
melhor segundo o Evangelho, ao invés de viver segundo a Igreja de Roma.
Francisco I teria este significado e creio que seja o auspício máximo
que se possa fazer neste momento. Haverá também um motivo pelo qual há
800 anos após a morte de São Francisco nenhum papa tenha decidido
chamar-se Francisco, e o entendo também porque seria difícil andar por
aí com o nome do símbolo da pobreza enquanto se continua a ser o maior
proprietário de coisas. Creio que este, então, será o desafio do próximo
Papa, e este não é tampouco algo irrealizável. Por exemplo, se poderia
converter todo o patrimônio do Vaticano em um grande fundo para
benefícios universais, a ser confiado eventualmente à ONU em forma de
depósito, no sentido de que, se a ONU se comportasse mal, seria
retomado, segundo as regras do direito internacional; um grande fundo
que tenha como objetivo garantir o direito humano a viver sem a miséria,
e creio que ninguém melhor que a Igreja poderia dar início a isso, com a
condição, porém, de se separar daquela que foi nestes anos a verdadeira
causa que destruiu a própria possibilidade de se ocupar da
religiosidade, antes que simplesmente continuar a falar de moral e sobre
a vida das pessoas. Creio que seja este um desafio importante que
poderia, depois, ter reflexos positivos sobre os Estados. Façamos um
exemplo: todos sabem o que penso do “oito por mil” (quota dos impostos
que o Estado redistribui, à escolha do contribuinte, às instituições
religiosas, ndt), mas, de Francisco I, eu esperaria que dissesse ao
Estado Italiano que este dinheiro alimente diretamente este fundo.
Antes, melhor ainda: a garantia será que, se o Estado continuar dando-o à
Igreja Católica, esta se ocupará de depositá-lo neste fundo. Então,
bem-vindo, eu espero Francisco I”.
Quatro dias depois da renúncia de Bento XVI. Vinte e cinco dias antes
da eleição de Francisco. Estranho. Mais estranho ainda é que estas
palavras tenham sido retiradas do site da Radio Radicale, e possam
apenas ser visualizadas em cache.
Também foi estranha a “profecia” de Leonardo Boff, que, em sua conta do
twitter, chegou a anunciar o nome de Francisco, embora errando sobre
quem seria o eleito. Ele também “adiantou” vários passos do programa de
seu pontificado. Não erra nunca este Boff!… Profeta? Chutador de sorte?
Insider information? Como diriam os italianos, chi lo sa?
Entusiasmo das massas
Entretanto, não deixa de causar estranhamento o entusiasmo apaixonado
infundido com todo zelo “apostólico” pela mídia que, convenhamos!, é
tudo, menos uma devota amante do Romano Pontífice.
O fenômeno quase hipnótico causado pelo compulsivo noticiamento de
todos os atos de Francisco, mesmo dos mais repetidos e banais, gerou um
autêntico fenômeno midiático que, contrariamente a uma autêntica
convicção de fé, cria apenas a admiração por um personagem
artificialmente forjado, por uma figura mitificada enquanto viva, por
alguém cuja imagem é cuidadosamente apresentada ao culto do povo, em
suma, por um papa-star, com direito inclusive a uma revista de fofocas,
tipo “Contigo”, totalmente dedicada a ele. Mas… em troca de que?…
A propósito, notemos, isto se deu desde o primeiro instante, sem o
mínimo resvalo. De repente, os repórteres se transformaram em
evangelistas; e a Igreja, de repente, deixa todos os seus supostos
escândalos de lado, e todos começam a viver em função de… um homem.
Papa versus Francisco
Sim!, não me engano quando digo que a Igreja está vivendo em função de
um homem, pois, enquanto Francisco ostenta sua humildade, e o faz com
uma autoproclamação narcísica retumbante, vai insuflando sua pessoa,
enquanto demole o papado católico. Francisco, sim; o Papa, não.
Houve até um bispo, presidente da Conferência Episcopal Polonesa, que
não aguentou o baque, e disse mesmo: “Com o Papa, se combate hoje, na
Polônia, contra os bispos: Papa Francisco bom, bispos maus; Papa
Francisco, sim; bispos e Igreja na Polônia, não”. É o resumo da ópera.
Alguém, que deveria se sacrificar no pontificado, ocultando o seu “eu”
para que nele resplandecesse o Sucessor de Pedro, o Vigário de Cristo,
imola o sumo pontificado em homenagem a si mesmo.
“Darás a vida por mim?
Ainda hoje, me negarás três vezes”
A vaidade nada franciscana de Francisco transparece em todo o seu
cuidado por não parecer incômodo e amigo do crucificado, do rejeitado
pelo mundo. Não! Francisco não quer a cruz, quer a glória!
Por isso, desfila entre as personalidades mais homenageadas. Nunca se viu um papa tão amado por ateus, abortistas...
(Papa Francisco com o presidente
do Uruguai, José Mujica, que se declara ateu convicto, também abortista e
favorável ao casamento gay, tendo liberado o aborto, a união gay e a
maconha no seu Pais. José Mujica declarou: "Este papa é um homem sábio")
...amado por gaysistas...
(Revista gay escolhe Papa
Francisco 'personalidade do ano' nos EUA .A revista argumentou que
concedeu a honraria ao Papa porque, ainda que ele se mantenha contrário
ao casamento gay, seu pontificado demonstrou uma profunda mudança na
retórica (anti-gay) em relação a seus predecessores. Quando retornava ao
Vaticano, após´a visita ao Brasil, o papa declarou: "quem sou eu para julgar um homossexual",)
...amado por comunistas e simpatizantes da Teologia da Libertação...
(Foi uma audiência pessoal, na
Casa Santa Marta. Sem holofotes, entre dois velhos conhecidos. Francisco
e Gustavo Gutiérrez (foto) se abraçaram ontem, em Roma, simbolizando
essa Igreja na primeira pessoa do plural que o Papa argentino promove,
essa Igreja na qual todos nós cabemos, acima das diferenças. A Teologia
da Libertação voltou a entrar nos aposentos vaticanos)
e até, pasmem!, amado por roqueiros satanistas. Francisco é uma unanimidade, como raramente se deu.
(Vários grupo de rock metal
demonstraram admiração especial pelo Papa Francisco, devido a sua
abertura social em relação aos outros papas mais conservadores)
Infelizmente, nós, católicos, precisamos assistir o triste
espetáculo de um papa que se desentende dos “valores inegociáveis”, para
a alegria dos relativistas. Claro, elogia o predecessor! Mas,
sabem quem construiu a expressão que Francisco diz não entender?
Adivinhem. Nada mais, nada menos que… Bento XVI. Esta expressão foi
cunhada por ele num discurso dirigido ao Parlamento Europeu, e se tornou
uma categoria utilizada em muitos importantes debates de relevância
pública. Mas, compreendamos, Francisco estava desinformado.
Desgraçadamente, Francisco se exime em falar dos temas mais espinhosos,
cria expectativas de uma revolução doutrinal tocando o santo sacramento
do matrimônio e a Santíssima Eucaristia, se comporta como alguém que
está acima da doutrina, com aquela superioridade típica dos
progressistas alla Kasper, que se consideram superiores à tradição da
Igreja por estarem imantados por uma áurea sacra de modernidade, regra e
medida de tudo o mais. Leviano, dá a impressão de que tudo é mutável,
enquanto ele mesmo se impõe com sua autoridade, fazendo de seu próprio
arbítrio o padrão para o resto.
“Apascenta o meu rebanho”
De fato, poucos papas foram tão autoritários como Francisco.
Canonizações, faz por decreto, dispensando milagres e cerimônias. A
humildade, usa diante das câmeras, mas, na prática, faz tudo aquilo que
quer. Nomeia Mons. Ricca, ligado ao lobby gay; é publicamente alertado;
mas, nomeado estava, nomeado ficou. Aliás, Francisco é infalível. Nenhum
Papa é tão infalível quanto ele.
Deste rebanho, Francisco se sente o dono, não o vigário do dono. Por
isso, trata com tanta ligeireza o que é grave, prega como um pároco, sem
medir suas palavras, nem considerar o seu alcance. Na entrevista à
Globo, disse que era um “inconsciente”. E, de fato, tem demonstrado que o
é, mesmo!
Os pobres de Francisco
“Pobres”. Palavra que sempre aparece à boca de Francisco. Contudo, que
pobres são esses? Os mendigos, moradores de rua, os pobres das praças da
vida?… Não! Os pobres de Francisco são os pobres dos “intelectuais
orgânicos”, das ONGs, da ONU.
Sobre estes pobres escreveram-se bibliotecas, distribuíram-se
doutorados, gastaram-se milhões em conferências, enquanto eles estão
cada dia mais pobres. Na boca de Francisco, “pobre” soa demagogia,
populismo. Talvez por isso ele foi indicado para receber o Prêmio Nobel
da Paz.
A caridade cristã nunca foi retórica, sempre foi prática e, por isso,
pouco loquaz, porque muito ocupada em fazer, pois sabe-se que a perda de
tempo equivale à perda de vidas.
A fé de Pedro
Diante de palavras tão severas, o leitor brasileiro, viciado em rotular
pessoas por suas posturas, tentará colocar-me entre os inimigos do papa
reinante. Se o fizer, errará. Meu sentimento, é o mesmo de Cristo:
“Simão, Simão, eis que satanás pediu insistentemente para vos
peneirar como trigo; eu, porém, roguei por ti, a fim de que a tua fé não
desfaleça. Quando, porém, te converteres, confirma teus irmãos” (Luc.
XXII,31-32).
A palavra aqui traduzida por “desfaleça”, ekleipo, fala de omissão,
falha, morte, cessação. Fala, portanto, de uma fé que se esvaiu…, porque
a fé de Pedro pode definhar. E nós temos de estar preparados para esta
eventualidade que, atualmente, não é apenas teórica.
Ao mesmo Pedro que disse Cristo: “bem-aventurado és tu, Simão, filho de
Jonas, porque não foi carne ou sangue que te revelaram isso, e sim meu
Pai, que está nos céus. Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta
pedra edificarei minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão
contra ela” (Math. XVI,17-18), versículos depois diz “afasta-te de mim,
satanás! Tu me serves de pedra de tropeço, porque não pensas as coisas
de Deus, mas as dos homens” (Math. XVI,23).
De pedra de fundamento para pedra de tropeço deu-se apenas um passo: de
pensar segundo Deus para pensar segundo os homens. As portas do inferno
nunca prevalecerão contra a Igreja, mas Pedro pode ser chamado de
satanás, quando se afasta da confissão de fé, que se faz o fundamento da
Igreja.
No fundo de tudo isso, permanece a oração de Cristo, cuja única
intenção é clara: “para que a tua fé não caia”. É a fé que precisamos
conservar, é ela que nos norteará na confusão e será o nosso porto
seguro, pois “sem fé, é impossível agradar a Deus” (Heb. XI,6).
Portanto, compete-nos rezar pelo Papa, a fim de que esteja alicerçado
na fé, não em suas opiniões pessoais, nem muito menos na simpatia
mundana, e, quando sua fé desfalece, não hesitarmos em ter as mesmas
atitudes de São Paulo: “quando Cefas veio a Antioquia, eu o enfrentei
abertamente, porque ele se tornara digno de censura”.
Na senda dos Santos
Foi com esta piedade firme e sem anonimato que Deus conduziu a Igreja
em tempos de crise. Nisso, resplandece Santa Catarina de Sena, cujo amor
sublime ao Papa chegava à tão arroubados transbordamentos que lhe
faziam chamá-lo de il dolce Cristo in terra, sem anestesiá-la para o
dever de censurá-lo e exortá-lo para que cumprisse o seu dever.
Ninguém amava o Papa com tamanha devoção como ela, nem tampouco alguém o
repreendia com tanta liberdade e energia, porque tais coisas não são
contraditórias senão para quem cultiva o respeito humano como desculpa
para a manutenção de seu próprio conforto.
Que os santos de todos os tempos, heróis da fé e da coragem,
ensinem-nos a amar, a orar, a reparar… e a resistir, quando isso é
necessário.
O dilúvio está forte. O mar, encapelado. A borrasca, terrível.
Mas, mesmo em meio a seus destroços, a nau não será tragada. Agarrados
às ruínas, creio firmemente que não soçobraremos. Fonte: Fratres in Unum.com
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Infelizmente, ainda adiciono que o Papa Francisco também é amado pelos Protestantes...
Vaticano irá comemorar os 500 anos da Reforma em 2017
Em 2013, Nikolaus Schneider, presidente da Igreja Evangélica da
Alemanha, visitou o Papa e anunciou que “ecumenismo vai avançar”.
A Reforma, que foi combatida por
Papas e por Santos durante 500 anos, foi tratada com muita displicência
nos últimos séculos. Renasceu no Concílio Vaticano II, e hoje já a
vemos se tornar emancipada na Igreja de Francisco.
Em relação ao Ecumenismo, ou melhor dizendo, à Unidade Cristã, e ao legítimo diálogo religioso entre cristãos, é essa a caridade que todo católico deve objetivar: trazer à VERDADEIRA e ÚNICA Igreja aos cristãos para que tenham acesso aos Sacramentos e à Verdade.
"Conheço
as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te". (Apocalipse
3, 15 -16)
A explicação é simples, mas o
problema é que as pessoas não querer aceitar a realidade,: o Vaticano
está tomado pelos inimigos da Igreja Católica. (A Fumaça de Satanás na Igreja)
“Roma perderá a Fé e se tornará a
sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora proferiu em La
Salette, uma aparição reconhecida pela Igreja.
Vamos lembrar também o seguinte:
O Papa declarou: "Quem sou eu para julgar um homossexual"
A hierarquia da Igreja rejeita (ou rejeitava?)
toda e qualquer possibilidade de equiparar o casal homo ao casal
heterossexual, e considera o homossexualismo como um "pecado grave",
imoral e contrário à lei natural.
Afinal não está escrito na Sagrada Escritura: (ou pretendem mudar a Palavra de DEUS e adapta-la ao mundo moderno?)
"Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação". (Lv 18,22)
O livro do Gênesis (19,1-29)
descreve a destruição de Sodoma e Gomorra. A prática ali vigente,
contra a moral, era muito difundida e tomou o nome da cidade: sodomia.
Era abominável aos israelitas e punida com a morte (Levítico 18,22;
20,13). O texto sagrado não admite dúvidas: “O homem que se deita com outro homem como se fosse uma mulher ambos cometeram uma abominação,r”. Esse mal era difundido entre outros povos (Levítico 20,23 e Juízes 19,22 ss). No Novo Testamento, São Paulo escreveu na Epístola aos Romanos (1,24-27): “Por
isso Deus os entregou a paixões aviltantes: suas mulheres mudaram as
relações naturais por relações contra a natureza; igualmente os homens,
deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns com os
outros, praticando torpezas homens com homens e recebendo em si mesmos a
paga de sua aberração”. Há diversas outras citações bíblicas na mesma orientação doutrinária.
O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O
Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de
fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a
planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do
solo” (Gen 19, 24-25).
Diz ainda na Sagrada Escritura:
"Mas, ainda que alguém -
nós ou um anjo baixado do céu - vos anunciasse um evangelho diferente do
que vos temos anunciado, que ele seja anátema (maldito)". (Gálatas 1,
8)
"Sei que depois da minha
partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o
rebanho". (Atos dos Apóstolos 20, 29)
"Eles
saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos
nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça
que nem todos são dos nossos". (I São João 2, 19)
"Ele lhes disse: Vós
pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os
corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante
Deus." (Lc 16,15)
"É,
porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso
tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos
homens, não seria servo de Cristo". (Gálatas 1,10)
"Há caminhos que parecem retos ao homem, e, contudo, o seu termo é a morte.” (Provérbios 16, 25).
"Dize-lhes
isto: Por minha vida - oráculo do Senhor Javé -, não me comprazo com a
morte do pecador, mas antes com a sua conversão, de modo que tenha a
vida. Convertei-vos! Afastai-vos do mau caminho que seguis; por que
haveis de perecer, ó casa de Israel?" (Ezequiel 33, 11)
“Não
te justifiques perante Deus, pois Ele conhece o fundo dos corações; não
pretendas parecer sábio diante do Rei. Não procures tornar-te juiz, se
não fores bastante forte para destruir a iniqüidade, para que não
aconteça que temas perante um homem poderoso, e te exponhas a pecar
contra a eqüidade.” (Eclo. 7, 5-6)