sábado, 13 de setembro de 2014

Cientista em choque com descoberta de que a extinção da humanidade já começou e é irreversível,

e estará concluído por volta de 2040.
Conferência de Imprensa de Natalia Shakhova e Igor Semiletov, investigadores no International Arctic Research Center, da Universidade do Alaska em Fairbanks e membros da Academia Russa de Ciências.
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A bomba-relógio de metano
Por Steve Connor - Jornalista do The Independent
Cientistas no Ártico descobriram a mais nova ameaça ao aquecimento global: o derretimento da camada permafrost1 que libera milhões de toneladas de um gás 20 vezes mais danoso que o dióxido de carbono. A primeira evidência que este potente gás está sendo lançado na atmosfera das profundezas do Ártico já foi relatada por cientistas. O jornal “The Independent” vem divulgando detalhes preliminares de descobertas que sugerem um depósito sub-oceânico massivo de metano que borbulha na superfície do Mar Ártico e vem aquecendo e derretendo o gelo desta região. Cientistas vêm dando importância a esses depósitos, pois se acredita que a liberação do gás metano, no passado, possa ter sido o responsável pelo aumento da temperatura global, e pelas dramáticas mudanças no clima e inclusive pela extinção em massa das espécies.
Cientistas a bordo do navio de pesquisa que percorreu toda a costa do Norte da Rússia, descobriram uma concentração intensa de metano – às vezes até 100 vezes maior que o usual – em diversas áreas que cobrem milhares de quilômetros quadrados na plataforma continental da Sibéria. Recentemente, pesquisadores avistaram áreas de mar espumando com gases que borbulham formando “chaminés de metano” saindo do solo oceânico.
Eles acreditam que a subcamada marítima de permafrost, a qual vinha agindo como uma “tampa” prevenindo que o gás não escapasse, derreteu e permitiu que os depósitos formados antes da Era do Gelo liberassem o gás para a superfície. Eles avisaram que o rápido aumento na temperatura que essa região vem apresentando está ligado diretamente a este fato.
O metano é um agente 20 vezes mais poderoso que o dióxido de carbono quando se trata do Efeito Estufa. E muitos cientistas temem que sua liberação precipitada possa acelerar o aquecimento global e significar um enorme retrocesso na tentativa de impedir o aumento na temperatura mundial, o que significaria um derretimento ainda maior da camada permafrost e índices ainda mais elevados de gás metano na atmosfera.
Calcula-se que o total de metano depositado embaixo do solo Ártico é maior que o total de carbono armazenado nas reservas mundiais de carvão, portanto existe o interesse em estabilizar esses depósitos de metano já que a região vem apresentando um aquecimento acelerado quando comparada a outras regiões do Planeta. Orjan Gustafsson, da Universidade de Estocolmo, um dos líderes da expedição Rússa, descreveu a escala de emissões de metano que os pesquisadores do navio Jacob Smirnitskyi vêm coletando.
“Foi agitada e confusa a conclusão do programa de coleta ontem (20 de Setembro) e hoje” afirmou o Dr. Gustafsson. “Uma área extensa com a liberação intensa de gás metano foi encontrada. Nas outras áreas encontramos altos índices de metano dissolvido na água. Ontem, no entanto, pela primeira vez documentamos um campo onde a liberação era tão intensa que não havia tempo para o metano se dissolver na água. Ele está se elevando e emergindo à tona em forma de bolhas de metano. Estas “chaminés de metano” foram documentadas por instrumentos eco-sonoros e sísmicos”.
Em certas locações, a concentração de metano atingiu níveis de profundidade 100 vezes maior que os usuais. Estas anomalias foram encontradas no Mar do Leste da Sibéria e no Mar Laptev, cobrindo milhares de quilômetros quadrados, indicando que milhões de toneladas de metano estão sendo despejadas diariamente. “Este desastre pode ter a mesma magnitude que o impacto estimado que já causamos aos oceanos”, afirma o Dr. Gustafsson.
“Ninguém sabe quantas, ao certo, ainda podem existir na extensa Placa Continental do Leste da Sibéria”. A perspectiva convencional sempre foi a de que a “tampa” permafrost dos sedimentos sub-oceânicos da placa siberiana deveria sustentar e preservar os maciços reservatórios de metano adequadamente. No entanto, evidências claras de que metano está sendo liberado nessa inaccessível região do Planeta sugerem que a “tampa” permafrost foi perfurada e daí o vazamento de metano. “Atualmente, o permafrost possui pequenos buracos. Encontramos níveis elevados de metano sobre a superfície da água e também um pouco abaixo da superfície. É óbvio que a fonte está no solo oceânico”.
As descobertas preliminares do Estudo Internacional da Placa Siberiana, realizado ao longo deste ano de 2008, que será publicado pela União Americana de Geofísica (American Geophysical Union), está sendo conduzida por Igor Semiletov da afastada Seção Leste da Academia Russa de Ciências. Desde 1994, Semiletov conduziu 10 expedições ao Mar Laptiev, mas durante a década de 90 não descobriu índices elevados de metano. No entanto, desde 2003 ele vem relatando um crescente número de “Hot Spots” (áreas quentes), que só agora foram confirmados por aparelhos mais sensíveis a bordo do navio Jacob Smirnitskyi.
O Dr. Semiletov já sugeriu diversas razões para explicar porque o metano está sendo liberado no Ártico, inclusive o porquê também do crescente volume de águas aquecidas sendo despejadas dos rios siberianos devido ao derretimento do permafrost no continente.
A região ártica, como um todo, já experimentou um aumento de 4ºC em média nas últimas décadas, assim como um declínio dramático do gelo que cobre o mar durante o verão. Muitos cientistas temem que a perda deste gelo possa acelerar ainda mais as tendências de aquecimento global porque o mar absorve mais calor do sol quando aberto que quando refletido numa superfície coberta de gelo.
Por sua vez, cientistas britânicos, a bordo do navio de pesquisas britânico, James Clark Ross, descobriram centenas de fontes de metano borbulhando no solo Ártico; eles contaram cerca de 250 fontes borbulhando numa área de 50 km2 em águas com menos de 400 metros de profundidade, ao Oeste da costa de Svalbard. Também foram descobertas outras fontes a uma profundidade de cerca de 1.200 metros numa segunda área próxima.
Análises de sedimentos e de água do mar confirmaram o aumento de gás metano, diz o Professor Graham Westbrook da Universidade de Birmingham, o principal investigador deste estudo. “A descoberta desse sistema tem sua importância, pois a presença do metano – causador do Efeito Estufa- indica que o mesmo vem sendo liberado nessa região climaticamente sensível desde a Era do Gelo”. A análise dos sedimentos retirados do solo dessa região mostra que o gás procede de hidrantes de metano – cristais semelhantes ao gelo cujas moléculas permanecem capturadas em “jaulas” feitas de moléculas de H2O, que se tornam instáveis quando a pressão da água diminui ou as temperaturas aumentam.
Segundo o professor Westbrook, a área analisada ao Oeste da costa de Svalbard é bastante distinta da área estudada no Norte da Rússia, pois as águas são mais profundas e não há uma camada de permafrost selando o metano debaixo do solo oceânico. É provável que as emissões de metano da costa de Svalbrad datem de aproximadamente 15.000 anos – desde a última Era de Gelo –, mas não se sabe ainda se as recentes mudanças climáticas no Ártico aceleraram o processo a um ponto onde elas próprias possam gerar novas mudanças. “Estávamos bastante curiosos ao encontrar essas fontes porque seria a primeira evidência de um sistema de gás ativo nesta parte do Planeta”, aponta o professor Westbrook. “Agora que sabemos que estão lá, precisamos considerar os seus efeitos.”
1 O permafrost é o tipo de solo encontrado na região do Ártico. É constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados. Esta camada é recoberta por uma camada de gelo e neve que, se no inverno chega a atingir 300 metros de profundidade em alguns locais, ao se derreter no verão, reduz-se para de 0,5 a 2 metros, tornando a superfície do solo pantanosa, uma vez que as águas não são absorvidas pelo solo congelado.

Fonte:http://www.eco21.com.br  e  http://issoeofim.blogspot.com.br/

Pior seca transforma os grandes rios paulistas em caminhos de pedra e areia


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A pior seca em mais de um século transforma os grandes rios paulistas em caminhos de pedra e areia. Cinco dos principais rios que cortam ou banham o Estado de São Paulo estão com menos de 30% da água que deveriam ter nesta época do ano, de acordo com dados dos comitês de bacias hidrográficas e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). São eles os Rios Tietê, Grande, Piracicaba, Mogi-Guaçu e Paraíba do Sul.
Outros grandes mananciais, como os Rios Paraná e Paranapanema, também sofrem com a longa falta de chuvas. De acordo com o Instituto Agronômico, em Campinas (IAC), o período hidrológico de outubro de 2013 a março deste ano foi o mais seco em 123 anos.
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O Rio Tietê, um dos mais importantes do Estado, já pode ser atravessado a pé na região de Itu. O manancial se resume a pequenos fios de água escorrendo entre rochas escurecidas pela poluição. Em Salto, na mesma região, as águas desapareceram. O rio corta o Estado de leste a oeste e deságua no Paraná.
Perto da foz, em Araçatuba, o nível baixou 8 metros, interrompendo o tráfego de barcaças na Hidrovia Tietê-Paraná. A navegação está parada há dois meses e o prejuízo é de R$ 200 milhões, segundo o Departamento Hidroviário do Estado.
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As represas do Rio Paraíba do Sul, que abastece o leste paulista e a população do Rio, estão com o nível mais baixo da história. Com pouca água no Sistema Cantareira, o governo paulista quer captar a água do Paraíba para a Grande São Paulo - proposta ainda em discussão.
Cartão-postal da cidade que leva seu nome, o salto no Rio Piracicaba virou um amontoado de pedras. Já é possível atravessar o rio à pé. Formado pelos Rios Grande e Parnaíba, o Paraná é o segundo maior rio da América do Sul e também sofre com a estiagem. A redução no volume de água trouxe à tona as ruínas da antiga cidade de Rubineia, inundada em 1973, após a construção da Hidrelétrica de Ilha Solteira.
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Fonte: R7 noticias


Obs.: Não escandalizem, por essas coisas. Já se iniciou o final dos tempos. Tudo isso é necessário para a Volta de Jesus Cristo. Pois O Senhor abreviará o final dos tempos, isso é o começo. Ele nos chama a conversão, espiar pelos nosso pecados, e nos empenharmos na oração.


Ass. Mc Guerreiro.

Presidente da Nestlé contra o direito a água prevê a privatização


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Presidente da Nestlé Chairman Peter Brabeck-Letmathe
“Cada vez está mais claro que a água doce é um recurso finito, vulnerável à contaminação - que é excessiva por parte das empresas transnacionais. Esta situação contribuiu para conceber a água como um bem mercantil e não como um direito fundamental, em prejuízo à satisfação das necessidades humanas básicas, das concepções ancestrais das comunidades étnicas, gerando assim maior desigualdade social e afetando, por sua vez, a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas” é o que destaca a analista venezuelana Sylvia Ubal. 
Artigo publicado por Barometro Internacional, 12-08-2014. A tradução é do Cepat.
Eis o artigo.
Sem água a humanidade não poderia nem respirar nem digerir seus alimentos
A água é imprescindível para a vida dos seres humanos e dos ecossistemas. É um dos principais elementos para a saúde tanto do planeta como dos animais que o povoam, além de ser fundamental para o ser humano: nenhum ser vivo pode sobreviver sem este líquido vital. A água constitui de 50 a 99% da massa dos organismos vivos, sendo que, os processos biológicos que conhecemos como “vida” não poderiam existir sem a água, sem ela o ser humano não poderia digerir seus alimentos, não poderiam respirar sem umidade em seus pulmões e o sangue não poderia circular por suas veias. Sem água, não há vida, é um requisito prévio para a saúde humana e seu bem-estar, assim como para a conservação do meio ambiente.
Contudo são muitas as pessoas que não têm acesso a uma fonte de água potável. A cada ano, milhões de pessoas, a maioria delas crianças, morrem por causa de enfermidades relacionadas ao saneamento, higiene e ao fornecimento inadequado de água. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, (OMS), mais de 1,1 bilhão de pessoas não tem acesso à água potável segura. Por isso, e devido à importância que a água potável tem para os seres humanos, é vital o reconhecimento e garantia do direito de dispor de tal recurso.
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É evidente a problemática que existe em torno da escassez da água potável, seu difícil acesso em muitas regiões do mundo e a má qualidade da mesma, além do saneamento inadequado, questões que afetam negativamente a segurança alimentar. Os desastres naturais relacionados à água, como inundações, tormentas tropicais e tsunamis são uma pesada carga na vida humana, mas, paradoxalmente, há a regularidade na seca que afeta os países mais pobres do mundo, fator que agrava a fome e a má-nutrição, que também são consequências da globalização e do aquecimento global.
No direito humano à água, há países que são muito mais prejudicados do que outros pela escassez desse recurso, situação que nos leva a pensar na problemática que pode ser suscitada em um futuro não muito distante: a luta entre os países por esse precioso líquido, de maneira que tal situação se torne um conflito internacional baseado na obtenção desse recurso vital.
Os processos de industrialização contaminam a água
A água se viu submetida a um processo progressivo de uso desmedido e de exploração desigual. O setor industrial é, em muitos casos, a fonte mais importante de contaminação, embora não seja o maior consumidor de água. Os dejetos líquidos industriais, por exemplo, associados aos processos de produção têxtil e de papel, possuem grande quantidade de contaminação orgânica. Em geral, a indústria e a agricultura lançam grande quantidade de poluentes químicos nos rios. Cada vez está mais claro que a água doce é um recurso finito, vulnerável à contaminação - que é excessiva por parte das empresas transnacionais. Esta situação contribuiu para conceber a água como um bem mercantil e não como um direito fundamental, em prejuízo à satisfação das necessidades humanas básicas, das concepções ancestrais das comunidades étnicas, gerando assim maior desigualdade social e afetando, por sua vez, a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas. Há uma exploração desmedida do recurso, orientada para o enriquecimento das empresas e corporações.
A expansão deste negócio exige das grandes corporações de bebidas e alimentação como a Coca Cola, Pepsi Cola, Danone, Nestlé..., a ter cada vez mais acesso aos recursos hídricos, impulsionando a privatização de água e aquíferos. E o setor da água engarrafada está crescendo muito rapidamente em todo o mundo, sendo o negócio mais lucrativo atualmente, mas também é um dos menos regulados, o que dá lugar a situações verdadeiramente escandalosas.
As fábricas que engarrafam, em muitos casos tomam a água da mesma rede destinada para uso público. Muitas vezes, como a Coca Cola, acrescentam um pacote de minerais e a chamam de “água mineral”. Com este proceder, aumentam o preço da água de garrafa em mais de mil vezes, engarrafando-a e tornando-se um dos negócios mais descarados do mundo capitalista.
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Nestes tempos da globalização estamos assistindo uma concentração impressionante da indústria em torno de quatro a cinco multinacionais que estão criando um monopólio. Indústrias como Nestlé, Danone, Coca Cola, Pepsi Cola, possuem dezenas de marcas em torno de cada uma delas, que marcam o preço e a qualidade da água sem controle algum. Nos Estados Unidos mais de um terço da água engarrafada é simplesmente água de torneira tratada ou não; sendo um negócio monopolizado pela Nestlé e Danone, as líderes mundiais.
O presidente da Nestlé contra o direito da água prevê a privatização
Em uma entrevista recente o Sr. Peter Brabeck-Letmathe (foto), atual presidente do grupo multinacional alimentício Nestlé disse que “A água não é um direto, deveria ter um valor de mercado e ser privatizada”. O empresário se mostrou a favor de que haja um controle privado e mercantilista da água a nível mundial de fornecimento da água em todo o planeta.
Também disse que a ONU tem como um direito fundamental o acesso à água e, como é sabido, milhões de pessoas no terceiro mundo têm problemas diários até para bebê-la. Responsável pelas grandes enfermidades, secas e demais problemas, a falta de água é um problema a nível planetário, mas este empresário sem escrúpulos é, inclusive, a favor de colocar mais obstáculos ao seu livre acesso.
O empresário austríaco chegou a dizer que ela deveria tornar-se ainda mais cara, porque se for barateada na atualidade haverá desperdício. Ele também qualificou como “extremistas” seus críticos que pedem que a água seja um direito fundamental. Sua companhia, todavia, é a líder mundial nas vendas de água engarrafada.
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Na América do Sul, as multinacionais estrangeiras estão adquirindo grandes áreas de natureza selvagem, dentre elas sistemas hidrográficos integrais que serão usadas em um futuro não muito distante. Destaca-se neste sentido o aquífero Guarani, onde as grandes multinacionais estão apropriando-se de terras para explorar a água.

Fonte: http://www.sinaisdoreino.com.br

Vigilância Global: Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos


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Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamente tudo.
O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.
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ils, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento. Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).

Fonte: http://super.abril.com.br  e   Blog Libertar

A guerra contra católicos conservadores em Nova York

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"Quando o cardeal Bergoglio se elegeu papa em 2013, muitos católicos tradicionais ficaram desconfiados. O pessimismo que alguns deles manifestavam está se justificando na medida em que o “efeito Francisco” se faz perceber ao redor do mudo e nos EUA – e de modo mais notável na Arquidiocese de Nova York".

Escreve Adam Shaw, editor da conservadora rede FoxNews em artigo publicado pela FoxNews.com, 12-08-2014.A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Eis o artigo.
O “efeito Papa Francisco”: a guerra contra católicos conservadores em Nova York
Os assim-chamados católicos “tradicionais” preferem assistir à missa na forma como era celebrada antes e do Concílio Vaticano II (1962-1965), ou seja, antes de que liturgia fosse reformada radicalmente em 1969.
A Missa Tridentina, que foi a forma ordinária da missa de 1570 a 1969, é conduzida em latim, frequentemente acompanhada por canto gregoriano e incensação, além de enfatizar o aspecto sacrificiais da celebração.
Espero que tanto o Papa Francisco quanto a Arquidiocese de Nova York parem com os ataques contra uma comunidade de pessoas que não representam mal algum a ninguém e que apoiam a Igreja nos bons e maus momentos.
Diferentemente da Missa Tridentina, a missa de 1969 em diante simplifica as orações, coloca uma maior ênfase na comunidade e remove o idioma latino. Em muitas celebrações também usa-se o idioma vernacular em vez do latim; estas celebrações têm um estilo mais simples, sendo muitas vezes acompanhadas de músicas modernas.
Embora tenha sido suprimido imediatamente após a reforma, o rito antigo foi legalizado pelo Papa São João Paulo II sob circunstâncias limitadas em 1988, e então aceito livremente pelo Papa Bento XVI em seu documento inovador de 2007 intitulado “Summorum Pontificum”, no qual também manifesta o desejo de que a celebração solene do rito tradicional influenciasse, consequentemente, a forma como se celebra o novo rito, tornando-o semelhante.
No entanto, o Papa Francisco nem considera esta questão. Em sua antiga Arquidiocese de Buenos Aires, o rito tradicional não existia, tendo sido descrito por um jornalista local como “um inimigo declarado da missa tradicional”. Desde que ascendeu ao papado, isso vem se mostrando verdade também num sentido global.
Além do distanciamento em relação ao estilo litúrgico tradicional nas missas papais, o Papa Francisco considera os católicos que vão às missas nos ritos antigos, em latim, como “ideologizantes”. Ele também proibiu os Franciscanos da Imaculada – uma ordem católica tradicional presente em todo o mundo – de celebrarem a missa livremente. Pelo que parece, a atitude do “quem sou eu para julgar” não se aplica aqui.
Não é de se admirar, portanto, que alguns bispos e cardeais estejam vendo os ventos da mudança no Vaticano e agindo de acordo.
Em Nova York, sob a liderança daquele que certa vez foi um conservador moderado, o cardeal Timothy Dolan, a arquidiocese era um lugar que permitia a realização da missa tradicional sem problemas após o “Summorum Pontificum”.
No entanto, desde que o Papa Francisco chegou, Dolan – geralmente considerado “o papa dos Estados Unidos” – virou-se para a esquerda, tanto que até mesmo o jornal New York Times observou esta mudança em artigo recente. Dolan se tornou um porta-voz da opinião do Papa Francisco sobre o capitalismo, amenizou a questão sobre os direitos dos gays e tem sido até mesmo um firme defensor da anistia para os imigrantes ilegais e, por incrível que pareça, criticou o programa governamental Obama Care porque este não garantia assistência gratuita à saúde para pessoas em situação ilegal no país.
Hoje, Dolan virou-se contra os tradicionais.
Há três igrejas em Manhattan que celebram a missa tradicional. Uma delas, a Igreja Nosso Salvador (“Our Savior’s Church”) teve o seu pastor removido pelo cardeal Dolan, que colocou em seu lugar um sacerdote que não têm condições de rezar a missa na forma antiga, de forma que as missas tradicionais foram interrompidas.
No começo deste ano, ele anunciou-se que a Igreja dos Santos Inocentes (“Church of Holy Innocents”), conhecida no mundo todo como o centro do tradicionalismo na cidade de Nova York, local repleto de missas, devoções e confissões regulares, tudo dentro de uma das igrejas mais bonitas na arquidiocese, havia recebido a recomendação para fechar as portas. A recomendação fora feita por uma comissão da arquidiocese.
A notícia surpreendeu os católicos tradicionais em todo o mundo e tornou-se um símbolo internacional, especialmente porque tem boa frequência de fiéis e se encontra em bom estado financeiro.
O fechamento de igrejas deveria se dar por motivos financeiros (no caso de uma comunidade em que se está perdendo dinheiro) ou onde ninguém mais frequenta as missas. Atualmente, só é possível assistir de pé às missas na Igreja Santos Inocentes, pois suas fileiras estão sempre cheias e os documentos a que tive acesso sugerem que ela tem tido um superávit nos últimos sete anos. Isso vai de encontro a algumas paróquias que não contam com uma recomendação para fechamento e que possuem déficits de 6 dígitos.
A comunidade da Santos Inocentes, devastada pela notícia de que está para fechar, vem organizando petições e rezando diariamente rosários e novenas pedindo pela preservação da amada igreja.
Numa missa recentemente celebrada, Justin Wylie, padre sul-africano que trabalhou na ONU representando a Santa Sé e que rezou missas regulares tanto na Santos Inocentes quanto no terceiro lugar de adoração tradicional na cidade – a Igreja de Santa Inês (“Church of Saint Agnes”) –, comparou a situação dos católicos tradicionais na arquidiocese com aquela da Inglaterra durante a Reforma e com aquela outra, durante a conquista cromwelliana da Irlanda. Wylie perguntou aos tradicionalistas “por que vocês estão agindo como se fossem pedintes, na esperança de que um pouco de comida caia da mesa para que vocês se saciem?”, convocando-os a firmar, pacificamente, seus direitos de católicos batizados.
Isso é, aparentemente, demais nestes tempos de Francisco.
Fontes disseram-me que uma carta foi imediatamente enviada ao núncio papal para as Nações Unidas e, por incrível que pareça, para a arquidiocese de Wylie, em Johanesburgo, repreendendo este sacerdote por seus comentários e ameaçando recomendar que as faculdades sacerdotais do religioso (Wylie) fossem-lhe retiradas – um movimento extremamente sério que, noutras palavras, impede que um padre exerça seu trabalho como tal e que é, normalmente, reservado para ser usado em acusações muito graves como abusos sexuais.
As minhas fontes disseram que depois que a carta foi entregue, o Pe. Wylie, num movimento que se parece mais com a Espanha dos tempos de Inquisição do que com a Nova York dos tempos modernos, foi silenciado, proibido de celebrar missa em público e tendo, por fim, recebido ordens para arrumar as malas e voltar para a África do Sul, o mais breve possível.
O Pe. Edward Weber, chefe do equivalente ao departamento pessoal da arquidiocese, quem normalmente seria o responsável por escrever uma carta assim, negou que algo deste tipo tenha sido produzido quando falei com ele por telefone, apesar de ter sido citado anteriormente no blog mantido por católicos tradicionais chamado “Rorate Caeli”, em que dizia que a ordem veio “do escritório do cardeal”. Weber me disse que, nesta ocasião, houve um mal-entendido por parte de quem o citou.
Mais tarde, a arquidiocese admitiu em nota que houve, de fato, uma carta, mas que ela não veio da mesa de Dolan e que não ameaçou cancelar as faculdades sacerdotais de Wylie. Quando perguntei se tinham ameaçado recomendar o banimento das faculdades do citado sacerdote, a arquidiocese não respondeu.
O silenciamento e o banimento do Pe. Wylie é devastador para os católicos tradicionais. Não só porque ele é um pregador renomado, conhecido por realizar celebrações solenes e por apresentar homilias excepcionalmente belas que são tão reverenciadas a ponto de serem, muitas vezes, postas no YouTube, mas também porque foi um padre importante tanto na comunidade dos Santos Inocentes quanto na Santa Inês, onde celebrava três de cada quatro missas tradicionais por mês. A sua remoção ameaça, consequentemente, a regularidade dos ritos antigos aqui também, na medida em que a censura do Pe. Wylie teve um efeito inibidor nos padres que poderiam aceitar desempenhar o seu papel.
Este efeito inibidor espalhou-se entre os leigos também. Muitos destes, padres e leigos, com quem falei e que me forneceram informações e documentos sobre a situação pediram, antes de tudo, anonimato por medo de que eles e as pessoas às quais estão associadas pudessem sofrer represálias por parte da administração do cardeal Dolan.
    “Teremos retaliação caso nossos nomes apareçam neste artigo”, uma das fontes consultados me disse. “Já fomos alertados quanto a isso por parte da arquidiocese”.
Ao que parece, isso é um exemplo real do “efeito Francisco”, onde os que discordam recebem gratificações e os inimigos da Igreja ganham carinho, enquanto que aqueles que se sacrificam pela igreja, que batalham nas linhas de frente e apenas desejam rezar uma boa liturgia, imersos na beleza tradicional da Igreja, são atacados, insultados e se se atreverem a emitir um suspiro de aborrecimento, são expulsos da Igreja.
Espero que tanto o Papa Francisco quanto a Arquidiocese de Nova York parem com os ataques à comunidade de pessoas que não representam mal algum a ninguém e que apoiam a Igreja nos bons e maus momentos.
Infelizmente, no entanto, sinto que possamos estar vendo o último de uma longa série de eventos perniciosos sob a bandeira do “efeito Francisco”.
Espero que eu esteja errado.

Fonte: http://www.sinaisdoreino.com.br