Artigo de Marcelo Brandão:
“... Recebeu autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação...” (Ap. 13, 7)
É lamentável e trágica a desinformação da maioria da humanidade, apesar
das insistentes denúncias na internet, sobre a política internacional e
o hipócrita esquema de dominação global em implantação.
Nações inteiras se destruindo para oferecer (abrindo mão de seu livre arbítrio) a soberania de seu país a um punhado de raposas ditatoriais que já reinam soberanas em seu flamante galinheiro; a Europa ocidental.
Nações inteiras se destruindo para oferecer (abrindo mão de seu livre arbítrio) a soberania de seu país a um punhado de raposas ditatoriais que já reinam soberanas em seu flamante galinheiro; a Europa ocidental.
A União Européia é hoje o grande modelo que recebe os últimos retoques
para o acabamento final do que será no futuro o Governo Mundial; a Nova
Ordem Mundial.
Todos os países que a compõe perderam seu poder de autodeterminação, de gestão, de liberdade... Tornaram-se simples vagões atrelados a uma máquina decisória em que meia dúzia decide o destino de trezentos milhões. Este é o plano, esta sempre foi à estratégia dos poderosos bilionários do planeta quando lançaram a “luminosa” proposta de globalização. Este sempre foi o desfecho previsto por eles: a dominação de bilhões por meia dúzia...
Hoje, tardiamente, alguns já começam a enxergar e entender toda a conspiração hipócrita urdida nos luxuosos gabinetes de banqueiros e magnatas da mídia para nos tornar “gadinho chipado”; escravos deslumbrados e embevecidos pela modernidade, pela multimídia e pelos “avanços da informatização”... Outros ainda jazem na escuridão total.
Não tem sido por falta de avisos, apelos e exortações.
Todos os países que a compõe perderam seu poder de autodeterminação, de gestão, de liberdade... Tornaram-se simples vagões atrelados a uma máquina decisória em que meia dúzia decide o destino de trezentos milhões. Este é o plano, esta sempre foi à estratégia dos poderosos bilionários do planeta quando lançaram a “luminosa” proposta de globalização. Este sempre foi o desfecho previsto por eles: a dominação de bilhões por meia dúzia...
Hoje, tardiamente, alguns já começam a enxergar e entender toda a conspiração hipócrita urdida nos luxuosos gabinetes de banqueiros e magnatas da mídia para nos tornar “gadinho chipado”; escravos deslumbrados e embevecidos pela modernidade, pela multimídia e pelos “avanços da informatização”... Outros ainda jazem na escuridão total.
Não tem sido por falta de avisos, apelos e exortações.
Sindicalista português avisa a Ucrânia
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), o maior
sindicato daquele país ibérico, vê com “muita preocupação” a violência
na Ucrânia, disse à Voz da Rússia Augusto Marques, membro da comissão
executiva da CGTP, responsável pela área de relações internacionais.
A CGTP estabeleceu-se em plena força no cenário político-social de Portugal, a seguir a revolução contra o regime autoritário no país, em 1974, e continua a gozar de maior apoio de sindicatos existentes em Portugal.
A CGTP estabeleceu-se em plena força no cenário político-social de Portugal, a seguir a revolução contra o regime autoritário no país, em 1974, e continua a gozar de maior apoio de sindicatos existentes em Portugal.
Numa declaração exclusiva à Voz da Rússia, o sindicalista português
realçou que a CGTP “rejeita qualquer ingerência externa” na Ucrânia
cabendo ao povo ucraniano decidir o seu próprio destino, inclusive “a
questão de aproximação da União Europeia ou não”.
Segundo Augusto Marques, no que diz respeito a Portugal, a CGTP sempre
tinha “algumas reservas” sobre a adesão à UE, em primeiro lugar por
razões socioeconômicas.
O dirigente sindicalista lembrou que a adesão à União Européia levou à “destruição de todo o aparelho produtivo industrial de Portugal”.
O dirigente sindicalista lembrou que a adesão à União Européia levou à “destruição de todo o aparelho produtivo industrial de Portugal”.
“A indústria pesada já não existe em Portugal”, disse. “A produção
agrícola ficou limitada, e Portugal tornou-se mais dependente de
importações de produtos alimentares essenciais para a vida”.
“Levou também à destruição da nossa frota pesqueira nacional que hoje não existe”, adiantou.
“Tudo isto são políticas impostas pela União Européia e pelo FMI o que
tornou Portugal mais dependente e o povo mais pobre”, declarou o membro
da comissão executiva da Confederação. “Neste momento o que temos é uma
parte da população, muito pequena, cada vez mais rica, e a grande
maioria com dificuldades, sem acesso à saúde e à educação. Tudo isto são
políticas impostas pela União Européia e pelo FMI”.
“É difícil comparar Portugal com a Ucrânia, numa eventual entrada
daquele país à União Europeia, mas pode-se fazer paralelos”, prosseguiu.
“Os acordos de adesão à União Européia têm regras estabelecidas e estas
regras são impostas por países mais poderosos da UE porque eles
precisam de novos mercados para os seus produtos”.
Segundo Augusto Marques, os paralelos podem ser feitos entre Portugal
que entrou na UE em 1986, e Romênia, Bulgária, Hungria e Eslovênia,
países-membros da UE mais recentes, que enfrentam dificuldades na
produção dos seus produtos nacionais.
“Em termos sociais, relativamente a alguns direitos, estão a ser postos
em causa. Estas são políticas uniformes para todos os países que entram
na UE. É óbvio que tem implicações diretas para todos os países
candidatos, seja Ucrânia, seja outros candidatos. Estas são políticas
seguidas pela Comissão Européia”, concluiu o dirigente sindicalista
português.
A comunicação social portuguesa dá grande destaque à situação na
Ucrânia. O antigo ministro da defesa e ex-chefe do Estado-Maior do
Exército general Loureiro dos Santos, ao comentar os últimos
acontecimentos em Kiev, na televisão estatal RTP, disse que o maior
problema, na parte da oposição ucraniana, é controlar os próprios
elementos radicais.
O governo português condenou "toda a violência" na Ucrânia e apelou
para o "regresso urgente ao diálogo", segundo a fonte oficial do
Ministério dos Negócios Estrangeiros. O chefe da diplomacia portuguesa
Rui Machete que se encontra em Maputo para participar na Reunião do
Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP), disse, por seu lado, que Lisboa quer ver “restabelecida a
tranquilidade” na Ucrânia e encontrada “solução duradoura”.
Jornais locais citam a informação do embaixador português em Kiev a
comunicar que cerca de duas dezenas de portugueses emigrados na Ucrânia
se encontram bem. Conforme o embaixador Mário Santos, a embaixada
portuguesa mantém contactos com os emigrantes via telefone, uma vez que
as cidades mais escolhidas pelos portugueses para viver na Ucrânia são
Odessa, Donetsk, Lviv e Rovno.
Fonte:http://portuguese.ruvr.ru
Nenhum comentário:
Postar um comentário