Quando Bento XVI visitou a Terra Santa surgiu uma polêmica
em torno da cruz peitoral do pontífice e o seu uso em locais
tradicionais para a comunidade judaica como o Muro das Lamentações. A
comunidade judaica de Israel afirmou, na época, que Bento XVI precisaria
remover a cruz peitoral para rezar junto ao Muro. O Papa Ratzinger não o
fez e rezou com a cruz dourada pendendo ao peito.
Entretanto o Papa Francisco - aquele que dá bençãos "silenciosas" para
não ofender aos não-cristãos - preferiu discretamente e de motu proprio
dar uma disfarçada na sua cruz de ferro, ocultando-a na faixa da batina.
Não é nada sério! Dirão aqueles que justificam - sempre - os atos mais
injustificáveis deste pontificado. Foi um acidente, viva o Papa, dirão
outros. Não, não foi um acidente. Francisco é um homem de gestos
milimetricamente calculados e acredito que isso está claro para todos.
Diferentemente de Bento XVI, que entregava a sua mensagem através da
escrita, Francisco governa por gesto, algo típico de um "peronismo
clerical".
Fonte: BLOGONICVS
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