O advogado Matheus Sathler, candidato do PSDB (Partido da Social
Democracia Brasileira) pelo Distrito Federal a uma vaga na Câmara dos
Deputados, tem chamado a atenção e se tornado alvo de polêmica em
Brasília e nas redes sociais.
Os motivos são suas bandeiras, plataformas eleitorais, atos e promessas
de campanha. Entre suas propostas caso seja eleito, está a luta pela
criação do que ele chama de "Kit Macho" e Kit Fêmea", que seriam
cartilhas para serem distribuídas nas escolas para "ensinar homem a
gostar de mulher e mulher a gostar de homem".
De acordo com o candidato, o kit serviria para neutralizar as ações que
são desenvolvidas pelo programa federal "Brasil Sem Homofobia", que
estaria ensinando o homossexualismo às crianças brasileiras.
“Eu me comprometo em criar o kit macho e também o kit fêmea, um nome
carinhoso para poder rivalizar com o kit gay que está sendo distribuído
nas escolas brasileiras, ensinando o homossexualismo ao seu filho a
partir dos 4 anos de idade, agora com a antecipação da idade escolar de
4, 5 anos de idade. Seu filho já vai ser educado [entendendo] que dois
homens ou duas mulheres não são família”, prossegue Sathler, que não se
acanha em comparar a homossexualidade a uma doença. “Prevenir o
homossexualismo é melhor do que remediar”, arremata o candidato tucano.
Em entrevista ao UOL, Sathler disse que não gostaria que fosse feita
uma reportagem com foco apenas na proposta dos kits macho e fêmea, já
que possui uma série de propostas e ideias inovadoras para "livrar a
família brasileira de sua total destruição, como vem tentando fazer o PT
(Partido dos Trabalhadores), que é o partido de Satanás". O candidato
fez também uma denúncia, a de que existiria um "propinoduto gay" dentro
do governo federal.
Fonte: UOL noticias
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