sexta-feira, 3 de abril de 2015

A Fumaça de Satanás na Igreja:

Bispo de Jundiaí SP, passa a permitir o batismo de filhos adotados por homossexuais em 11 cidades paulistas


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O bispo dom Vicente Costa, da Diocese de Jundiaí, assinou na sexta-feira (15) decreto que passa a permitir o batismo de filhos adotados por casais homoafetivos nas 11 cidades sob a jurisdição dele: Jundiaí, Cabreúva, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Itu, Itupeva, Louveira, Pirapora do Bom Jesus, Salto, Santana de Parnaíba e Várzea Paulista.
A solenidade ocorreu no altar da Catedral Nossa Senhora do Desterro, durante missa pela comemoração do Dia da Padroeira, que dá nome à igreja do Centro de Jundiaí.
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Bispo Dom Vicente Costa, da Diocese de Jundiaí SP
Em seu discurso, dom Vicente explicou os motivos para as atualizações nas diretrizes do sacramento do batismo. Sem fazer menção direta à regra que atinge os casais homoafetivos, dom Vicente disse: “Maria é mãe da evangelização. E como mãe acolhe e cuida de todo seu povo. A igreja nunca se fecha. É preciso ter compaixão, assim como uma mãe tem para com seus filhos”.
Com a igreja matriz lotada, os fiéis saudaram as mudanças que, segundo o padre Leandro Megeto, fazem parte de um pedido antigo das paróquias das 11 cidades da diocese. “Começamos pelo batismo, que é o primeiro sacramento oferecido pela Igreja. Foi um longo processo de quase três anos de conversas”, afirmou.
De acordo o padre Megeto, a Igreja Católica está atenta aos apelos do papa Francisco para estar aberta a todos, tornando-se mais atraente e com maior acolhimento. “É um olhar de esperança para o futuro, por meio de uma abertura aos novos tempos”, disse o padre.
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Mudanças/ As novas “Normas e Diretrizes para o Sacramento do Batismo” fazem parte do Plano Diocesano da Ação Evangelizadora. O texto instituiu, também, que crianças com mais de 7 anos devem participar da catequese do batismo junto com a catequese da Primeira Eucaristia, além da possibilidade de escolha de apenas um padrinho ou madrinha para o sacramento do batismo e o de crisma e o batismo para filhos de casais sem casamento oficializado perante a Igreja.
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Segundo dom Vicente Costa, o objetivo principal desta publicação é resgatar o sentido original do batismo. “O papa Francisco ensina que o batismo não é uma formalidade. É um ato que diz respeito à nossa existência.”
Fonte: http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/71416/igreja-vai-batizar-os-filhos-de-casais-gays
www.padremarcelotenorio.com

Mulher destrói imagem de Nossa Senhora com seu Filho Jesus, a golpes de enxada e ainda manda a imagem reagir em Minas Gerais

Falta de respeito, intolerância religiosa, surto. Moradores de Belo Oriente, na região do Rio Doce, ainda tentam entender o que levou uma mulher de 48 anos a destruir a golpes de enxada uma imagem sacra na porta de uma igreja da cidade nessa terça-feira (24).
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De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a corporação recebeu pelo telefone 190 denúncias que a dona de casa estava na porta da Igreja Nossa Senhora da Piedade, localizada em uma praça no centro, atacando a imagem sacra.
Militares deslocaram até o local e encontraram a suspeita ainda na porta com o instrumento nas mãos. Ela, que não resistiu à prisão, se recusou a dizer a motivação do crime.
“Todo mundo ficou assustado. Ela fez isso na frente de vários moradores e não se importou. Não sabemos por qual motivo ela fez essa barbaridade, mas nada justifica”, disse um morador, que pediu para não ter o nome divulgado.
Após o ato de vandalismo, a criminosa foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Açucena, na mesma região.
Mulher 'conversou' com imagem, diz padre
Enquanto danificava a imagem, a mulher chegou a conversar com a imagem perguntando se ela não reagiria. A informação é do padre Luiz Carlos Macedo, que celebra missas na cidade há 20 anos.
“Estava na casa paroquial quando duas garis chegaram gritando e contando que tinha uma mulher destruindo a imagem. Acionei a polícia e fui para a porta da igreja, onde vários fiéis também estavam chorando”, contou o  sacerdote.
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Ainda conforme o padre, a mulher estava descontrolada. “Ela cantava várias músicas da igreja que frequenta. Algumas pessoas me disseram que ela chegou a conversar com a imagem e pediu que ela reagisse. Muito descontrolada, ela foi levada para o quartel e a família dela esteve lá”.
Macedo afirmou que nunca teve problemas com outras religiões na cidade. “A relação sempre foi tranquila. Fiz uma representação contra ela na delegacia. A sociedade precisa ter uma resposta”, explicou.

Fonte: O Tempo noticias

Padre Joseph Schrijvers:

O Grande Combate


 
Amar a Jesus de todo o nosso coração, permitir-Lhe, a poder de amor, estabelecer em nós, o seu Reino, isto é, fazer-nos semelhantes a Ele, eis o belo ideal da santidade.
Mas esse reino de Jesus não se estabelece assim tão facilmente…quando Jesus se apodera da alma, infundindo-lhe o santo amor, não destrói nem desarma seu adversário, o egoísmo.
Este, ao contrário, entrincheira-se na parte mais inacessível da alma, fortifica-se e resiste ao assaltante.
Antes de compreender os combates de amor, é necessário saber quais as forças de que dispõe o inimigo. O egoísmo é um inimigo poderoso. Entrou na alma com o pecado original e daí estendeu seu império sobre todas as faculdades do homem.
A vontade, devido a esse domínio, tornou-se frágil e propensa ao mal; a razão, por sua vez, velou-se, e a imaginação emancipou-se; as paixões revoltaram-se e os sentidos passaram a conspirar constantemente contra a sã razão.
Esse egoísmo teve tempo de preparar seu refúgio durante anos. Todo o tempo da infância e adolescência, até ao momento em que a alma decidiu-se a viver para Deus foi consagrado a alimentar e fortificar o amor próprio.
n/d O egoísmo lançou, assim, raízes profundas nos hábitos e inclinações. Todas as fibras do nosso ser, todas as células do nosso organismo foram como que impregnadas por ele. Todas as idéias que nutrem a inteligência, todas as representações que povoam a imaginação, todas as palavras que caem dos lábios, tudo foi mais ou menos penetrado por esse veneno.
E como se esse mal já não fosse excessivo por si mesmo, foi ainda agravado por tudo quanto rodeia o homem. Os princípios do mundo não têm outro fundamento que o egoísmo; seus exemplos não encorajam se não o amor próprio; suas palavras não louvam senão os que se dirigem segundo suas máximas.
O sorriso, a ironia, o ultraje, a perseguição, o escândalo servem, cada um por sua vez, para enfastigar do amor de Deus as almas que querem viver piedosamente em Cristo.
Em suma, o demônio em pessoa agarra-se àqueles que querem resolutamente seguir os passos de Jesus. Sua tática consiste em alimentar continuamente o egoísmo. Raramente manifesta-se por uma intervenção direta. Ele é tão horrível que sua presença assustaria a alma, afugentando-a para sempre.
Entretanto, ele excita os apetites desordenados da carne; fomenta o orgulho, excita a paixão da glória, insinua-se ns faculdades, inclinado-as para o mal. Aproveita-se de todos os acontecimentos exteriores e de todas as disposições interiores da alma e do corpo para atingir o seu fim.
Usa do formidável poder que Deus lhe deixou, para tentar os homens; da experiência de milhares de anos, que adquiriu em seu triste mister, enfim, de todas as astúcias e de toda a violência que lhe pode inspirar o ódio a Deus e seus filhos.
Todos os esforços se dirigem para o fim; fazer germinar a semente do egoísmo, e abafar o germe do amor de Deus.
Por quanto esse amor, no começo, não é senão germe, e quão frágil!
A terra na qual Jesus depositou esse germe é uma terra ingrata, onde o joio tudo invadiu. Essa terra é a natureza humana onde as raízes cravam-se na carne e no sangue. Como poderá um amor todo espiritual criar raízes num solo tão estéril?
… Não desanimes, entretanto. Se o adversário é forte, Jesus é ainda mais potente.
Antes de tudo, lembra-te que foi Ele quem criou teu coração. Por mais aviltado que esse coração esteja, conserva uma certa nobreza, uma necessidade de profunda felicidade, de paz, de imortalidade; uma sede de amor que nenhum bem criado pode saciar. É por esse laços imperceptíveis, porém fortes, que Jesus retêm ou reconduz a si as almas.
Em seguida, Deus entrou na alma do justo com a graça santificante. A Santíssima Trindade estabeleceu nela seu trono e Jesus apossou-se de sua vida.
Uma vez que a alma se pôs resolutamente sob a direção desse Mestre todo poderoso , Ele não desvia dela o olhar: “Palpebrae ejus interrogant filios hominum” (Sl 10,5). Suas pálpebras interrogam os filhos dos homens.
Sua bondade previne a alma, acompanha-a e segue. Sua graça sustenta-a, reanima-a, fortifica-a e cura.Jesus é fiel. Por mais nigorosos que sejam os ataques infernais, Ele não permite jamais que excedam às forças da alma (I Cor 10,13).
Jesus é generoso. Ele alimenta a alma com sua própria substância e todos os dias, se ela assim o quer. Prepara-lhe um banho com seu sangue, onde ela pode purificar-se de suas manchas e curas suas chagas. Ele destina à sua guarda um príncipe celeste, incumbido de frustrar a astúcia de satã, e de reanimá-la, enconrajá-la e estimulá-la ao bem.
Ele a confia enfim à Mãe querida para ser amparada com sua ternura e solicitude maternais.
A presença tão meiga do divino Mestre é velada pela fé; as verdades mais encorajantes mal transparecem através de espessas nuvens; a ação da graça é tão delicada, tão sutil, que a alma apenas percebe seu sopro e nem sente suas carícias.
Não poderia Deus elevar as almas com o poder de sua graça e transportar-lhes a barca num instante até ao porto da satidade?
É óbvio que sim. Mas onde, o prazer que ele sente, ouvindo a pobre alma murmurar, apesar de tudo, um ato de confiança na sua soberana bondade, vendo nossa débil natureza, em luta contra tantos obstáculos, exposta à correntes diversas, remar, mesmo assim, com os olhos e os coração fixos Nele? Onde, então, a admiração dos anjos e santos no céu, se eles não tivessem sob os olhos o espetáculo de tanta constância de alma num corpo tão frágil, tantos esforços para o céu num ser todo inclinafo aos prazeres da terra?
Oh! não te aflijas, minha alma, não temas.
O Onipotente luta em ti e por ti. Jesus não te abandonas, e conduzir-te-á à vitória.
Tais são as condições desse combate entre o amor e o egoísmo, entre o céu e o inferno, entre Jesus, o Rei da Glória, e satã, o príncipe das trevas.
Tu, minha alma, se és a causa da luta, és também o árbitro.
… Ai de nós!
Ele criou tua vontade livre, e não a violentará.
És tu quem escolherá entre Jesus e satanás, entre o amor e o egoísmo, entre o prazer que podes proporcionar a teu bom Mestre, morto por ti, e a aflição que lhe causarás com a tua infidelidade.
A ti compete escolher se pertencerás a Jesus e até que ponto lhe pertencerás, se serás um cristão comum ou uma alma de elite, se arrastarás no mundo a corrente de teu egoísmo ou se alçarás o voo nas asas do divino amor.
Ó Jesus! mil e mil vezes sou vosso.
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Auxiliai-me a pelejar nos combates do amor.
O Divino Amigo – Padre Joseph Schrijvers

Fonte: Dominus Est

A rebelião final contra Deus continua:

Lançam a biblia gay sem as passagens que condenam o gravíssimo pecado do homossexualismo


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Como já foi amplamente divulgado pela imprensa, ativistas gays resolveram lançar sua própria Bíblia, onde, principalmente, os versos que condenam a prática homossexual foram “reeditados” para mostrar às pessoas que não existe condenação alguma da parte de Deus à prática homossexual (segundo essa Bíblia). Essa Bíblia foi batizada de “Queen James Bible” – (Bíblia Rainha James). O nome faz alusão à “King James Bible” (Bíblia Rei James), batizada originalmente em referência ao rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás. Como sempre desqualificar algo ou alguém parece ser a forma de afirmarem suas convicções.
Que os ativistas gays travam uma batalha contra aquilo que a Bíblia diz a respeito de suas práticas, todo mundo já sabe. Porém, essa iniciativa deles foi bem ousada agora. Apesar de terem sido ousados, a iniciativa apenas demonstrou claramente que eles fizeram uma manipulação dos textos para encaixar sua filosofia de vida e ficarem com sua "consciência tranquila" – Se já estivessem tranquilos por que precisariam fazer uma tradução da Bíblia adaptada aos seus interesses?
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Além disso, demonstrou também que, apesar de eles negarem, e até de certa forma rejeitarem a Bíblia, parece que a Palavra de Deus ainda cumpre o seu papel na vida do ser humano, incomodando o coração e confrontando o pecado, assim como disse o profeta Isaías a respeito da Palavra de Deus:“assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” (Isaías 55.11)
Vejo que essa iniciativa dos ativistas gays abre um longo caminho para que qualquer pessoa faça a sua própria tradução da Bíblia, conforme suas convicções. Assim, imagino que nos próximos anos poderemos ter Bíblias no mercado que sejam também reeditadas para que expressem a “verdade” de que Deus não vê com maus olhos o egoísmo, a avareza, a jactância (orgulho), a arrogância, a blasfêmia, a desobediência aos pais, a ingratidão, a irreverência, o desafeiçoado (sem amor), o implacável (cruel), o caluniador, o sem domínio de si, o inimigo do bem, a traição, o atrevido, o enfatuado (orgulhoso), o mais amigo dos prazeres que amigo de Deus, a prostituição, a impureza, a paixão lasciva, o desejo maligno, a ira, a indignação, a maldade, a maledicência, a linguagem obscena do falar, a mentira, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, a inimizade, a porfia (discussão, briga), o ciúme, a ira, a discórdia, a dissensão, a facção (divisão), a inveja, a bebedice, as glutonarias, a insensibilidade, a palavra torpe (palavrão), a amargura, a cólera, a gritaria, a malícia, a rebeldia, a impiedade, a profanação, o parricídio, o matricídio, o homicídio, o rapto de homens, o perjuro (jurar falsamente), a injustiça, o adultério, o maldizer… (2Tm 3. 1-4; Cl 3. 5-9; Gl 5. 19-21; Ef 4. 19-32; 1Tm 1. 9-10; 1Co 6. 9-11)
Todas essas coisas estão descritas na Bíblia Sagrada, que tem sido odiada por muitos pelo fato de confrontar o homem em seus erros, a fim de que se volte à vontade de Deus. Porém, o homem prefere tapar seus ouvidos e criar a sua própria palavra conforme foi visto na iniciativa dos ativistas gays.

Fonte: Blog Libertar

Artigo do Padre David Francisquini:

 Inferno, os tempos mudaram?

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Imaginemos um teólogo em cujo espírito germinasse uma ideia nova sobre uma doutrina já consagrada e sempre ensinada na Igreja Católica, qual seja a da existência do inferno e de sua eternidade. Era de se supor que ele bem poderia colocar em risco seu futuro e cair no ostracismo.
Em não longínquo passado o ex-frei Leonardo Boff foi condenado pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé e reduzido ao silêncio por defender erros teológicos. Ele voltou a ensinar o erro ao afirmar, a respeito de um poeta pernambucano prestes a morrer, que Deus não condena ninguém para sempre.
Ora, a fé nos assegura que o fogo do inferno e os tormentos dos condenados são eternos. Não se trata de opiniões controvertidas entre os teólogos e estudiosos. A eternidade do inferno é uma verdade de fé que nenhuma autoridade pode mudar — nem sequer o Papa —, pois está expressa nas próprias Sagradas Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
As Escrituras opõem-se à ideia de que o inferno não seja eterno ao afirmar: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno” (Mt 25, 41). De onde se segue que, se o fogo é eterno, também o é o suplício do condenado. Não haveria razão para Deus ter criado um fogo eterno se não fosse para castigar eternamente os condenados.
Em outro lugar nas Escrituras pode-se ler: “Irão estes para o fogo eterno” (idem 46). “Ir para a geena, para o fogo inextinguível, onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga” (Mc 9, 43 a 44). No Apocalipse 14, 11 está escrito: “A fumaça dos seus tormentos subirá pelos séculos dos séculos. Não terão descanso algum, nem de dia nem de noite, esses que adoram a besta e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome”.
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Uma pena que não fosse eterna — e durasse pouco — faria com que o inferno deixasse de ser inferno e Deus deixasse de ser Deus. Ao meditar sobre a eternidade do inferno, Santo Afonso Maria de Ligório nos sugere multiplicar todos os milhões de anos em infinitas vezes. O resultado dessa multiplicação mostraria que o inferno estaria apenas começando…
Uma coisa é a bondade de Deus, que persegue o pecador para convertê-lo, afastá-lo do mau caminho, concedendo-lhe graças, dons, e até mesmo castigos. Outra coisa é a bondade e a misericórdia da Igreja, sempre de coração aberto e mãos estendidas para receber e perdoar o pecador convertido.
Não podemos confundir esse pecador com aquele que não abandona o seu mau procedimento e morre empedernido. Se assim viveu e morreu foi por sua própria culpa. Escolheu livre e espontaneamente o lugar que se chama inferno. Deus dá o prêmio aos bons e o castigo aos maus.
Como Deus é eterno, também eternos são o prêmio e o castigo. Deus deixaria de ser Deus se fosse apenas misericordioso e não desse o prêmio e o castigo de acordo com as obras. Deus é misericordioso porque justo.  Esta eternidade é de fé, porque revelada por Deus, e não uma simples opinião.
“Apartai-vos de Mim malditos para o fogo eterno. Irão estes ao suplício eterno. Pagarão a pena da eterna perdição. Todos serão assolados pelo fogo” (Mt 25, 41. 46; 1Ts1,8; Mc 9,48). Assim como o sal conserva o alimento, o fogo do inferno atormenta os condenados, mas ao mesmo tempo tem a propriedade do sal ao conservar-lhes a vida.
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“Ali o fogo consome de tal modo — disse São Bernardo — que conserva sempre”. Santo Afonso ensina: “O poço não fecha a sua boca, porque se fechar a abertura em cima, se abrirá em baixo para devorar os réprobos”. Continua ele: “Enquanto vivo, o pecador pode ter alguma esperança, mas, se a morte o surpreender em pecado, perderá toda esperança” (Pr 11,7).
Se os condenados pudessem ao menos embalar-se em alguma enganosa ilusão que aliviasse o seu desespero horrível… Afinal, um infeliz delinquente condenado à prisão perpétua também procura alívio em seu pesar, na esperança remota de evadir-se e obter assim a liberdade.
Mas o condenado não pode sequer ter a ilusão de que um dia poderá sair de sua prisão! Não, no inferno não há esperança. O desgraçado réprobo terá sempre diante de si a sentença que o obriga a gemer perpetuamente nesse cárcere de sofrimentos.
“Uns para a vida eterna, e outros para o opróbrio que terão sempre diante dos olhos” (Dn 12,2). Para Santo Afonso, o réprobo não sofre somente a pena de cada instante, mas sofre a cada instante a pena da eternidade.
Eis o que está escrito no Eclesiastes: “Quando as nuvens estiverem carregadas, derramarão chuvas sobre a terra. Se a árvore cair para a parte do meio dia, ou para a do norte, em qualquer lugar onde cair, ficará” (Ecl. 11, 3).
Tal é a sorte do justo e do pecador: ficará para sempre, no Céu ou no inferno.

Fonte: www.abim.inf.br