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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Sr. Bispo de Limeira SP, Dom Vilson!

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Causou-me muito espanto e revolta, uma determinação sua, transmitida no dia 03 de janeiro de 2016 pelo Pe. Leandro, na Basílica de Santo Antônio, em Americana na hora da comunhão. Ele disse que por ordem do Sr. Bispo de Limeira, Dom Vilson, fica proibido em toda a diocese sob seu comando, alguém ajoelhar-se na hora de receber a Santa Eucaristia.
Porém, no final da missa,  ele disse que para ganhar indulgência, a pessoa deveria sair da Basílica, entrar, passar pela “porta santa” e ali poderia rezar um pouco e se ajoelhar se quisesse.
Isso me deixou indignado, porque para receber o Santíssimo Sacramento é proibido se ajoelhar, mas diante de uma simples porta de madeira pode, sim se ajoelhar.
Isso contradiz radicalmente os ensinamentos bíblicos, como em Filipenses 2,10 “ao nome de Jesus, se dobrará todo o joelho no Céu, na Terra e nos infernos”.
“Diante de Mim se dobrará todo o joelho” – Isaías 45,23
“todo o joelho se dobrará diante de Mim” – Romanos 14,11
Pergunta:  Bispos e Sacerdotes, gostaria de perguntar aos senhores: se eu não dobrar mais  os joelhos para Jesus Sacramentado, para quem devo me ajoelhar? Respondam-me, por favor!
Jesus se antecipa e responde: “todos aqueles que vem negando de dobrar os joelhos para Mim, são considerados Meus adversários... que fiquem sabendo de Mim, Sacerdotes e Bispos, se vieres a negar em dar o Santíssimo Sacramento a um desses Meus pequeninos, por dobrar os joelhos para Mim, nada mais terás a receber. Aqui mesmo já está a tua paga...e vocês Meus filhos queridos, não se entreguem, mas continuem a dobrar os joelhos em Minha frente” – Mensagem de Jesus a Bento da Conceição em 18/06/2001.(ver site Ceifadores)
“Nunca recebi tanto desprezo como agora. Talvez não saibas o que significa dobrar os joelhos em Minha frente! Mas posso te dizer: é um ato dos mais puros, ajoelhar-se e baixar a cabeça em Minha frente. A todo o momento os anjos vivem fazendo isso, e todos os santos também...” - Mensagem de Jesus a Bento da Conceição em 21/06/2001.
“Um aviso a todos os Sacerdotes e Bispos do mundo inteiro: essa proibição de não mais aceitarem de darem  os Santos Sacramentos de joelhos, por si vocês já estão se condenando e por este pecado será muito difícil de serem perdoados, quando estiveram na frente de Jesus”. - Mensagem de São Pedro, primeiro papa a Bento da Conceição em 04/11/2000.
É particularmente significativo o gesto de João Paulo II, hoje grande santo, distribuindo a Santa Eucaristia aos fiéis ajoelhados, e recebendo na boca, nas canonizações de Madre Paulina, Pe. Pio, São João Diedo do México, etc.
Por isso lhe pergunto Dom Vilson: João Paulo II estava errado? É  o senhor que está certo em proibir de se ajoelhar?
“Ninguém pode calar a boca de Deus” disse Madre Tereza de Calcutá. (está no livro A PALAVRA VIVA DE DEUS, em 06/11/2000).
Estou profundamente decepcionado, como católico fiel aos ensinamentos de Cristo e da Igreja primitiva,  e agora ver negadas essas verdades.
O senhor tem alguma justificativa para essa sua atitude, Dom Vilson?
Att
Jaime Bruning - Americana - SP.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Vaticano: São Pedro, uma Basílica ultrajada

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A imagem que ficará associada à abertura do Jubileu extraordinário da Misericórdia não  é a cerimônia antitriunfalista celebrada pelo Papa Francisco na manhã de 8 de dezembro, mas o retumbante espetáculo Fiat lux: Illuminating Our Common Home, que concluiu a referida jornada, inundando de sons e de luzes a fachada e a cúpula de São Pedro.
Ao longo do show, patrocinado pelo Grupo do Banco Mundial, imagens de leões, tigres e leopardos de proporções gigantescas se projetavam sobre a fachada de São Pedro, que se eleva precisamente sobre as ruínas do circo de Nero, onde as feras devoravam os cristãos. Graças ao jogo de luzes, a basílica dava a impressão de estar de cabeça  para baixo, de dissolver-se e submergir-se. Sobre a fachada apareciam peixes-palhaço e tartarugas marinhas, quase evocando a liquefação das estruturas da Igreja,  privada de qualquer elemento de solidez.  Uma enorme coruja e estranhos  animais voadores sobrevoavam em torno da cúpula, enquanto monges budistas caminhando pareciam indicar uma via de salvação alternativa ao Cristianismo. Nenhum símbolo religioso, nenhuma referência  ao  Cristianismo; a Igreja cedia lugar à natureza soberana.
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Andrea Tornielli escreveu que não é preciso escandalizar-se porque, como documenta o historiador da arte Sandro Barbagallo em seu livro Gli animali nell’arte religiosa. La Basilica di San Pietro (Libreria Editrice Vaticana, 2008), foram muitos os artistas que no decurso dos séculos representaram uma luxuriante fauna em torno da sepultura de Pedro. Mas se a Basílica de São Pedro é um “zoo sagrado”, como a define com irreverência o autor dessa obra, não é porque os animais ali representados estejam recluídos num recinto sagrado, mas porque o significado que a arte atribuiu àqueles animais é sagrado, isto é, ordenado a um fim transcendente.
Com efeito, no Cristianismo os animais não são divinizados, mas valorizados em função do fim para o qual foram criados por Deus: o serviço do homem. Diz o Salmista: “Deste-lhe o mando sobre as obras das tuas mãos, sujeitaste todas as coisas debaixo de seus pés: Todas as ovelhas e todos os bois e, além destes, os outros animais do campo” (Ps 8, 7-9). O homem foi posto por Deus como vértice e rei da criação, e tudo deve ser ordenado em função dele, para que, por sua vez, ele ordene tudo a Deus como representante do universo (Gn 1,  26-27). Deus é o fim último do universo, mas o fim imediato do universo físico é o homem. “De certo modo, nós somos o fim de todas as coisas”, afirma Santo Tomás (In II Sent., d. 1, q. 2, a. 4, sed contra), porque “Deus fez todas as coisas para o homem” (Super Symb. Apostolorum, art. 1).
Por outro lado, a simbologia cristã atribui aos animais um significado emblemático. Não preocupa ao Cristianismo principalmente a extinção dos animais ou o seu bem-estar, mas o significado último e profundo de sua presença. O leão simboliza a força e o cordeiro a benignidade, para nos lembrar a existência de virtudes e perfeições diversas, que só Deus possui por inteiro. Na Terra, uma gama prodigiosa de seres criados, da matéria inorgânica até o homem, possui uma essência e uma perfeição íntima, que se expressa mediante a linguagem dos símbolos.
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O ecologismo apresenta-se como  uma visão do mundo que transtorna essa escala hierárquica,  eliminando Deus e destronando o homem. Este último é posto em pé de absoluta igualdade com a natureza, numa relação de interdependência não só com os animais, mas também com os componentes inanimados do ambiente que o circunda: montanhas, rios, mares, paisagens, cadeias alimentares, ecossistemas. O pressuposto dessa cosmovisão é a  dissolução de toda linha divisória entre o homem e o mundo. A Terra forma com a sua biosfera uma espécie de entidade cósmica geoecológica unitária. Ela se torna algo mais que uma “casa comum”: representa uma divindade.
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Há cinquenta anos, quando se encerrou o Concílio Vaticano II, o tema dominante naquela quadra histórica era um certo “culto ao homem”, contido na fórmula “humanismo integral” de Jacques Maritain. O livro do filósofo francês, com esse título, é de 1936, mas sua maior influência foi sobretudo quando um leitor entusiasta, Giovanni  Battista Montini, eleito Papa com o nome de Paulo VI,  quis  fazer dele a bússola de seu pontificado. Na homilia da Missa de 7 de dezembro de 1965, Paulo VI recordou que no Vaticano II se produziu o encontro entre “o culto de Deus que quis ser homem” e “a religião — porque o é — que é o culto do homem que quer ser Deus”.
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Cinquenta anos depois, assistimos à passagem do humanismo integral à ecologia integral; da Carta internacional dos direitos do homem à dos direitos da natureza. No século XVI, o humanismo havia recusado a civilização cristã medieval em nome do antropocentrismo. A tentativa de construir a Cidade do Homem sobre as ruínas da Cidade de Deus fracassou tragicamente no século XX, e baldas foram as tentativas de cristianizar o antropocentrismo sob o nome de humanismo integral. A religião do homem é substituída pela da Terra: o antropocentrismo, criticado por seus “desvios”, é substituído por uma nova visão ecocêntrica. A Ideologia de Gênero, que dissolve toda identidade e toda essência, insere-se nessa perspectiva panteísta e igualitária.
É um conceito radicalmente evolucionista, que coincide em grande medida com o de Teilhard de Chardin. Deus é a “autoconsciência” do universo que, evoluindo, torna-se consciente de sua evolução. Não é casual a citação de Teilhard no parágrafo 83 da Laudato sì, encíclica do Papa Francesco na qual filósofos como Enrico Maria Radaelli e Arnaldo Xavier da Silveira salientaram pontos em desacordo com a Tradição Católica. E o espetáculo Fiat Lux foi apresentado como um “manifesto ecologista” que pretende traduzir em imagens a encíclica Laudato sì.
Antonio Socci o definiu no jornal “Libero” como “uma encenação gnóstica e neopagã com uma inequívoca mensagem ideológica anticristã”, observando que “em São Pedro, na festa da Imaculada Conceição, em vez de celebrar a Mãe de Deus, preferiram a celebração da Mãe Terra, para propagar a ideologia dominante, a da ‘religião do clima e da ecologia’, neopagã e neomalthusiana, apoiada pelas potências do mundo. É uma profanação espiritual (porque aquele lugar — lembremo-nos — é um lugar de martírio cristão)”.
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Por sua vez, escreveu Alessandro Gnochi em “Riscossa Cristiana”: “Portanto, não foi o ISIS que profanou o coração da Cristandade, nem foram os extremistas do credo laico os que danificaram o credo católico, nem os artistas blasfemos e coprolálicos os que contaminaram a fé de tantos cristãos. Não era preciso perquisição ou detectador de metal para impedir o ingresso dos vândalos na cidadela de Deus:  eles estavam no interior das muralhas e já tinham acionado a sua bomba multicolor de transmissão via satélite no calor da sala de controle.”
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Os fotógrafos, os desenhistas gráficos e os publicitários que realizaram o Fiat Lux sabem o que representa para os católicos a Basílica de São Pedro, imagem material do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja. Os jogos de luz que iluminaram a Basílica tinham uma meta simbólica, antitética àquela expressa por todas as luzes, lâmpadas e fogos que transmitiram ao longo dos séculos o significado da luz divina. Esta luz estava ausente no dia 8 de dezembro. Entre as imagens e luzes projetadas na Basílica, faltavam as de Nosso Senhor e da Imaculada Conceição, cuja festa se celebrava. São Pedro foi imersa na falsa luz trazida pelo anjo rebelde, Lúcifer, príncipe deste mundo e rei das trevas.
A palavra “luz divina” não é apenas uma metáfora, mas uma realidade, como realidade são as trevas que envolvem hoje o mundo. E nesta vigília de Natal a humanidade aguarda o momento em que a noite se iluminará como o dia, “nox sicut dies illuminabitur” (Salmo 11), quando se  cumprirão as promessas feitas pela Imaculada em Fátima.


(*) Fonte: Corrispondenza Romana via http://www.abim.inf.br
Este texto foi traduzido do original italiano por Hélio Dias Viana.

Os judeus não precisam de Cristo para serem salvos.

O Vaticano promove a rejeição de Jesus como Messias Salvador e dá um grande passo para ascensão do anticristo. Francisco, falso profeta, acabou de acelerar esse processo

Artigo do site http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br
O  Vaticano emitiu um decreto inibindo os católicos de converter os judeus à fé em Jesus Cristo.
(O cardeal Kurt Koch, a direita,  ao lado do rabino David Tosen falam sobre documento sobre relações judaico-cristãs, no Vaticano)
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Para além disso, os católicos romanos são convidados também a combater o anti-semitismo, juntamente com o povo judeu.
Para além da proibição de "evangelizar" os judeus, o chefe católico reafirma o facto de o cristianismo e o judaísmo estarem interligados, enfatizando que Deus nunca anulou a Sua aliança com o povo judeu.
Segundo o documento emitido pela "Comissão para as Relações Religiosas com os Judeus", "A Igreja (católica romana) é portanto obrigada a ver a evangelização dos judeus, que crêem no Deus Único, de forma diferente da dos povos de outras religiões e de diferentes cosmovisões."
O documento refere também que os católicos romanos devem ser particularmente sensíveis ao significado que o Shoah tem para os judeus. Shoah é a palavra hebraica para "Holocausto." O documento enfatiza a obrigação de "fazer-se tudo o que for possível com os nossos amigos judeus para repelir as tendências anti-semitas."
"Um cristão nunca pode ser um anti-semita, especialmente por causa das raízes judaicas do cristianismo" - afirma o documento.
Este documento coincide com o 50º aniversário de uma revolucionária declaração do Vaticano que repudiava o conceito da culpabilidade colectiva do povo judeu por causa da morte de Jesus, tendo na altura lançado um debate teológico que os tradicionalistas rejeitaram.
O documento conclui com esta controversa declaração: "Em termos concretos, isto significa que a Igreja Católica nem dirige nem apoia qualquer missão específica institucional direccionada aos judeus."
"OS JUDEUS NÃO PRECISAM DE CRISTO PARA SEREM SALVOS"
A gravidade desta nova heresia, inspirada por Satanás, alega que "ainda que os judeus não possam acreditar em Jesus Cristo como o Redentor universal, eles têm parte na salvação, pois que os dons e a chamada de Deus são irrevogáveis."
Um perito do Vaticano no diálogo católico-judaico afirmou que esta foi a primeira vez que o repúdio à conversão activa de judeus foi tão claramente afirmado num documento do Vaticano.
ESTA É UMA TRÁGICA FORMA DE ANTI-SEMITISMO
Para além de algumas questões positivas deste documento, especificamente na condenação do anti-semitismo e o respeito pelo Shoah, percebe-se aqui mais um avanço para a plataforma necessária à ascensão do falso profeta, um papel que este actual chefe católico parece cada vez mais pretender assumir.
Ao proibir o anúncio da Pessoa de Jesus, o verdadeiro Messias de Israel, como Salvador do povo judeu, o Vaticano está a provocar um verdadeiro e trágico anti-semitismo, uma vez que a melhor forma de amar o povo judeu é transmitir-lhe o anúncio da Vinda e Obra redentora do seu Messias, o judeu Yeshua, filho de David e descendente da tribo de Judá. 
(Francisco orando junto ao muro das lamentações)
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Negar-lhes este anúncio e a possibilidade de O conhecerem é a pior forma de anti-semitismo que se pode conceber. A Bíblia afirma que Jesus veio "para salvar o Seu povo dos seus pecados."
Foi o próprio Saulo, um fanático judeu convertido a Yeshua, e que se tornou no mais zeloso evangelista entre o seu próprio povo, quem afirmou: "O Evangelho (as Boas Novas da salvação e do perdão de pecados no Messias Jesus)...é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu, e também do gentio." - Romanos 1:16.
E é ele mesmo quem pergunta: "...Como crerão n'Aquele de Quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue (o Evangelho)?" - Romanos 10:14

UM GIGANTESCO PASSO PARA A ASCENSÃO DO ANTICRISTO

Esta negação da necessidade da crença em Jesus para salvação dos judeus é tudo aquilo que os rebeldes filhos de Abraão esperavam. É mais um passo para a rejeição de Jesus como Messias Salvador e uma promoção do esforço anti-missionário realizado pelos judeus ortodoxos em Israel e em outras comunidades judaicas pelo mundo fora.
Esta declaração do Vaticano é também um verdadeiro passo para o ecumenismo, em que as crenças deixam de ter qualquer valor, desde que se promova o diálogo, o "amor" e a compreensão entre os povos. Só que, ao pretender tornar desnecessária a crença em Jesus como único Redentor, está-se a condenar o povo judeu à ignorância da Verdade, à incredulidade, e por fim à morte eterna, a separação de Deus.
É que o facto de ser-se judeu e até praticar todos os ritos e rituais religiosos de nada adianta, a menos que se reconheça Yeshua, Jesus de Nazaré como o verdadeiro Messias Redentor e Salvador, tanto de judeus como de gentios. 
Este foi de facto um grande passo no caminho para a ascensão do Anticristo. Cumprindo exemplarmente o papel de falso profeta, este actual chefe do catolicismo romano acabou de dar o abraço da morte ao povo judeu, um processo irreversível e necessário para a ascensão do falso Messias, o "Anticristo", aquele que será aceite pelo povo hebreu como o verdadeiro.
E este falso profeta acabou de acelerar esse processo. 
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Mas, tal como o apóstolo judeu Jacob afirma: "A fonte de água salgada não pode dar água doce." (Tiago 3:12). Neste caso, a fonte é demasiado inquinada para dar alguma espécie de água saudável...Shalom, Israel!

Enviado pela amiga Kátia - Caxias do Sul RS

domingo, 1 de novembro de 2015

Campanha incentiva cristãos a se juntarem às Forças de Defesa de Israel

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Diante da recente onda de terror e tumultos violentos de palestinos em Israel, surgiu um novo lobby no Knesset (parlamento israelense). O objetivo é incentivar fiéis de grupos religiosos minoritários a participarem das Forças de Defesa de Israel (IDF) e do Serviço Nacional.
O movimento que iniciou o lobby para recrutamento dessas minorias para o IDF foi o “Im Tirtzu”, realizado na sede do parlamento na última semana. O co-diretor do lobby, Miki Zohar, que é membro do Knesset, criticou a tentativa dos árabes (20% da população israelenses) de pedir que os muçulmanos boicotassem o serviço militar.
Zohar afirmou no discurso de abertura: “o estímulo contra a adesão ao IDF, encorajado pelos deputados árabes, representa uma ameaça direta à integração das minorias na sociedade israelense”.
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O deputado Meirav Ben-Ari, um dos coordenadores do lobby, afirmou: “nestes tempos difíceis, a montagem deste lobby para incentivar e promover o recrutamento das minorias para o IDF e ao Serviço Nacional destaca a força e a unidade da sociedade israelense”.
Matan Peleg, chefe do “Im Tirtzu”, comemorou a ocasião. “É uma celebração da força e fé nacional no Sionismo”.
Gabriel Naddaf, líder do Fórum Cristão do Exército de Israel, comentou a situação: “Nesses dias, quando o Oriente Médio está se afogando em poças de sangue, quando os nossos irmãos e irmãs cristãos e outros grupos minoritários estão sendo abatidos, o Estado de Israel se destaca como uma ilha de sanidade no Oriente Médio. Servir nas forças de segurança é uma honra ao invés de um dever”.
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Este ano, cerca de 200 cristãos se alistaram no IDF. Pode parecer baixo, mas é um recorde desde a fundação da IDF, em 1948. Dos quase 10 milhões de pessoas vivendo em Israel, apenas 4% são cristãos. 

Com informações IB Times e Matzav via Gospel Prime

sábado, 17 de outubro de 2015

Palestinos incendeiam local venerado por judeus na Cisjordânia, o túmulo de José, um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos e levado ao Egito

Dezenas de palestinos incendiaram nesta sexta-feira (16) o túmulo de José, um local venerado pelos judeus em Nablus, norte da Cisjordânia ocupada, anunciaram a polícia palestina e o exército de Israel.
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Os palestinos lançaram bombas incendiárias contra o local de peregrinação para os judeus. O ataque provocou graves danos.
Para os judeus, o local atacado é o túmulo de José, um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos e levado ao Egito, de onde seu corpo foi trasladado segundo a tradição bíblica.
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O local, onde os palestinos afirmam que se encontra o túmulo de um xeque local, foi cenário de confrontos no passado, sobretudo durante a segunda Intifada (2000-2005).

O presidente palestino, Mahmud Abbas, condenou o incêndio do túmulo de José e chamou o ato de "irresponsável", segundo a agência oficial Wafa. Abbas "decidiu formar imediatamente uma comissão de investigação sobre o ato irresponsável cometido esta manhã no túmulo de José, e para reparar os danos causados por este gesto deplorável", afirma a agência.

Palestinos e israelenses se enfrentam há duas semanas em confrontos que deixaram 32 mortos e mais de mil feridos do lado palestino, e sete mortos e dezenas de feridos do lado israelense.
A tensão aumentou na região devido ao aumento no controle do acesso a ao complexo onde fica o Muro das Lamentações a mesquita de al-Aqsa, um local em Jerusalém Oriental considerado sagrado por judeus e muçulmanos. Palestinos temem que Israel mude o acesso atual à mesquita, onde judeus podem visitar mas não podem rezar, algo que Israel diz que não.

Fonte: G1

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Padre do Vaticano, membro da Congregação para a Doutrina da Fé, anuncia publicamente sua homossexualidade, dizendo inclusive que tem um parceiro

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Um padre polonês, Krysztof Olaf Charamsa, membro da Congregação para a Doutrina da Fé, revelou sua homossexualidade neste sábado, 03-10-2015,  nos jornais, um dia antes do Sínodo sobre a família, para sacudir a uma Igreja ‘paranoica’ sobre este tema.
O padre nasceu em Gdymia, Polônia, e tem 43 anos. Ele reconhece que tem um parceiro. “Sei que terei que renunciar ao meu ministério, ainda que é toda minha vida”, afirma em entrevista concedida ao jornal Corriere della Sera.
Sei que a Igreja me verá como alguém que não soube cumprir com o seu dever (de castidade), que se extraviou e, como se não fosse pouco, não como uma mulher, mas com um homem”, exclama.
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Mas “não faço isto para viver com meu parceiro. Faço-o por mim, por minha comunidade, para a Igreja. É uma decisão muito mais profunda que nasce da minha reflexão sobre o que prega a Igreja”.
Sobre o tema da homossexualidade, “a Igreja está atrasada em relação aos conhecimentos que alcançou a humanidade”, opina, e assegura que “não se pode esperar por outros 50 anos”.
“Está na hora da Igreja abrir os olhos frente aos homossexuais crentes e entenda que a solução que propõe, ou seja, a abstinência total e uma vida sem amor, não é humana”, declara.
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“O clero é amplamente homossexual e também, infelizmente, homófobo até a paranoia, porque está paralisado pela falta de aceitação para sua própria orientação sexual”, acrescenta na edição polaca da revista Newsweek.
“Desperta, Igreja, deixa de perseguir os inocentes. Não quero destruir a Igreja, quero ajuda-la e, sobretudo, quero ajudar a quem ela persegue. Minha saída do armário deve ser um chamado ao sínodo para que a Igreja cesse suas ações paranoicas contra as minorias sexuais”, afirma.
“Gostaria de dizer ao sínodo que o amor homossexual é um amor familiar, que necessita da família. Todos, incluídos os gays, as lésbicas e os transexuais, levam no coração um desejo de amor e de família”, disse ao jornal italiano, numa mensagem dirigida aos 360 participantes do sínodo que se reunirá a partir do domingo, 04-10-2015, no Vaticano.
n/d O padre polaco confessa que sempre se sentiu homossexual mas que, no princípio, não o aceitava e repetia o que a Igreja impunha, “o princípio segundo o qual ‘a homossexualidade não existe’”.
Depois de conhecer o seu parceiro, teve “o sentimento de se converter num padre melhor, de fazer homilias melhores, de ajudar melhor os outros e de ser cada vez mais feliz”, narra para a revista Newsweek.
Ao tomar conhecimento das suas declarações, o porta-voz do Vaticano, segundo nota divulgada pela Sala de Imprensa do Vaticano, afirmou na manhã de hoje:
“Acerca das declarações e entrevistas concedidas por Mons. Krzystof Charamsa cabe assinalar que  - apesar do respeito que merecem os fatos e as circunstâncias pessoais e as reflexões sobre elas – a decisão de declarar algo tão clamoroso na véspera da abertura do Sínodo resulta muito grave e não responsável, já que aponta na direção de submeter a Assembleia sinodal a uma pressão midiática injustificada. Certamente Mons. Charamsa não poderá mais desempenhar as tarefas precedentes na Congregação para a Doutrina da Fé e nas universidades pontifícias, enquanto que outros aspectos da sua situação competem ao seu Ordinário diocesano”.
Charamsa trabalha na Congregação para a Doutrina da Fé desde 2003,  é secretário adjunto da Comissão Teológica Internacional do Vaticano e leciona teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana e no Pontifício Ateneu Regina Apostolorum, em Roma.
Nunca até hoje, segundo o jornal Corriere della Sera, um religioso com uma função tão ativa no Vaticano tinha feito uma declaração do gênero.
Hoje Charamsa participa em Roma da primeira assembleia internacional dos católicos LGBT organizada por Global Network of Rainbow Catholics, na véspera do Sínodo sobre a família, na busca de aprofundar o diálogo com os gays católicos.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br e Agencias Internacionais de noticias

sábado, 26 de setembro de 2015

Estado Islâmico: Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis cristãos

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Uma entrevista feita com um suposto soldado do Estado Islâmico pede alerta para o governo de Roma, pois os extremistas ameaçam invadir a cidade italiana e executar os católicos que assistem as missas na Praça de São Pedro.
“Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis”, teria dito o soldado segundo a organização pela liberdade religiosa MasLibres.org.
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O jihadista teria afirmado que a lei de Alá é para que todos os infiéis sejam mortos e que “morrer por Alá é o melhor destino que uma pessoa pode escolher”.
O Maslibres.org garante que a entrevista foi feita há mais de um mês, mas por motivos de segurança resolveu proteger o nome do repórter que conseguiu entrevistar o terrorista.
Além das palavras de ameaça, a reportagem conseguiu imagens do membro do EI e mostrou algumas atividades realizadas por ele.
O terrorista foi identificado como Adam A1 N, nascido na Alemanha, filho de uma polonesa católica com um palestino procedente da Jordânia. O jovem se considera um “servidor de Deus, um crente fiel ao único Deus” e afirma que está disposto a fazer qualquer coisa por Alá.
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“Farei qualquer coisa por Alá e, se tiver que me converter em mártir, será o melhor destino que ele escolherá para mim. Ser crente é uma aventura maravilhosa na minha vida. Tinha quinze anos quando meus olhos se abriram para ver o único Deus. Então entendi a palavra de Alá dizendo que os infiéis são piores que animais”, disse.
O jovem ainda faz uma ameaça: “Convertam-se enquanto é tempo”. Quem descumprir a ordem irá morrer, segundo ele.
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Adam A1 N entrou para a organização terrorista em 2012 na Síria onde foi treinado e participou de assaltos e outras ações do grupo. Ele chegou a tentar voltar para a Alemanha para visitar sua mãe que estava doente, porém foi deportado à Polônia pelo Serviço Federal de Inteligência sendo acusado de terrorismo.

 Com informações ACI Digital via Gospel Prime

Revelações de Jesus a sua confidente Soror Catalina:

De toda perdição do mundo são causa os maus Sacerdotes, Religiosos e Religiosan/d





Soror Catalina de Jesus Herrera Campusano OP  (1717-1795).
Quadro exposto em seu mosteiro.
A Venerável Serva de Deus Soror Catalina Jesús María Herrera-Campusano O.P. (1717-1795) nasceu em Guayaquil, Equador, em 22 de agosto de 1717 e faleceu em Quito no dia 29 de setembro de 1795.
Ela foi religiosa do Mosteiro de Santa Catarina de Quito onde ficou célebre por suas virtudes e dons místicos, suas visões e milagres atribuídos.
Entre esses se contam os obtidos mediante a chamada “banca da fertilidade”, banco que pertenceu à religiosa, e onde as mulheres e os casais que tem problemas de fertilidade, se sentando e rezando invocam a graça desejada: os filhos.
Ingressou no convento de Santa Catalina de Siena em 1741. Ela escreveu sus autobiografia por ordem do confessor Frei Tomás Corrales, O.P.: Secretos entre el alma y Dios.
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A cela de sóror Catarina de Jesus no mosteiro de Quito.
Esta venerada religiosa foi beneficiada com visões e revelações relativas a seu tempo e aos vindouros, com dons de milagre e profecia.
No que se refere ao tema da Aparição e o Segredo de La Salette, a Providência quis lhe conceder favores que de um modo colateral mas muito expressivo confirmam alguns dos aspectos mais polêmicos da mensagem de La Salette.
Com efeito, La Salette foi muito perseguida e até chegou a ser interditada temporariamente pela denúncia de Nossa Senhora:
“Os sacerdotes, ministros de meu Filho, pela sua má vida, sua irreverência e impiedade na celebração dos santos mistérios, pelo amor do dinheiro, das honrarias e dos prazeres, tornaram-se cloacas de impureza.
Sim, os sacerdotes atraem a vingança e a vingança paira sobre suas cabeças. Ai dos sacerdotes e das pessoas consagradas a Deus, que pela sua infidelidade e má vida crucificam de novo meu Filho!
Os pecados das pessoas consagradas a Deus bradam ao Céu e clamam por vingança.
E eis que a vingança está às suas portas, pois não se encontra mais uma pessoa a implorar misericórdia e perdão para o povo.
Não há mais almas generosas, não há mais ninguém digno de oferecer a vítima imaculada ao [Pai] Eterno em favor do mundo”.
No século anterior à aparição de La Salette, Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu à venerável sóror Catalina de Jesús lhe desvendando esta dolorosa realidade.
Dessa maneira, almas de escol que não se conheceram, nem viveram na mesma época, e ainda separadas por uma distância geográfica e cultural colossal, receberam análogas advertências.
Uma visão confirma a outra.
Em todos os casos, Nosso Senhor convidou a rezar e expiar para mudar esses costumes que tanto o feriam.
Se La Salette não tivesse sido tão hostilizada e silenciada pelos religiosos que se sentiram aludidos, quiçá a situação da Igreja e do clero seria muito diferente.
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Ouçamos a confidente equatoriana de Jesus nos contar o que viu e ouviu:
Ó meu Jesus, começastes a me dar a entender quão decepcionado estavas com os homens. E me dizias:
“De toda perdição do mundo são causa os Sacerdotes, Religiosos e Religiosas.
Os eclesiásticos são causa da perdição das pessoas seculares.
Na Lei da Graça eu os coloquei como exemplo, para que contivessem os deslizes do século.
E como por seus maus costumes deixaram que se lhes perdesse totalmente o respeito, já o mundo não faz nenhum caso deles, razão pela qual não é de nenhum proveito o que pregam.
(Abaixo, você vê o Cardeal Angelo Bagnasco, Arcebispo de Gênova e Presidente da Conferência Italiana dos Bispos, dando comunhão a dois transexuais de Gênova)
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Se eles vivessem como devem, meu Espírito infundiria por seus lábios fervor nas pessoas do mundo. E daí se seguiria a moderação nos costumes.
Mas como as pessoas do mundo veem que eles fazem as mesmas coisas que os outros, foi-se introduzindo o hábito de desprezá-los, e fica sem efeito a sua Doutrina.
(Abaixo, Bispos e o próprio Núncio do Vaticano no Chile fazem consagração a "deuses estranhos", em 17 de janeiro de 2015. Em um tapete altar no chão foi colocado as oferendas, como folhas de coca , sementes e líquidos todos oferecidos às divindades pagãs. Os Bispos e o Núncio do Chile inclinaram-se, prostaram,-se para o "altar" para coletar algumas folhas de coca a partir da qual foram oferecidos às divindades)
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Eles constituem o principal motivo pelo qual meu Braço quer descarregar sua Justiça.
Se algum servo meu vem a dizer a verdade, o mundo o ouve com admiração.
Mas as pessoas muito pouco ou nada aproveitam, porque já estão arraigados os maus costumes, causados pelos demais Religiosos e Eclesiásticos, envelhecidos nos vícios, e que desde muito antes deram os maus exemplos.
Outro pecado há, minha filha, nos conventos de Religiosos e Religiosas, que me deixa muito irritado e vai provocando minha Justiça, para que nos conventos Eu não venha a deixar pedra sobre pedra”.
Ignorava eu que pecado fosse esse. E contando isto ao meu confessor, perguntei-lhe do que se tratava. E ele, dando um suspiro, disse: “Ai filha! Para que o queres saber? Pede só a Deus que destrua esse pecado”.
Outras vezes o Senhor me dava a entender: “Este pecado é causa de que pereçam as Ordens Religiosas. E nas Ordens femininas causa-me asco ouvi-las dizerem-se minhas esposas. Isto faz com que Eu não habite nos conventos.
“Só a força de minha palavra me faz habitar sacramentado, sofrendo tanto desacato naquelas que se chamam minhas Casas. Eu as deixarei sem a Casa que assim ultrajam”. […]
“Uma noite Vos pedia, Senhor, que destruísses aquele pecado que me dizias que havia nas Ordens Religiosas e que eu não conhecia […]
“Nesse tempo ouvi como a entrar pela cela um grande Carro que se dirigia em velocidade para o Oratório onde eu estava e ia entrar dentro dele.
“Conhecendo o que vinha dentro do Carro, fiquei horrorizada e me escondi, levando junto os papéis nos quais estavam anotados vossos favores.
“E quando percebi que o Carro estava junto à porta do Oratório, eu Vos disse: “Senhor, detém esse monstro do lado de fora, pois não tenho ânimo para vê-lo”.
“Deteve-se o Carro à porta e não entrou. Entendi que vinha triunfante no Carro aquele horrendo pecado em forma de um grande monstro que não tinha pés nem cabeça, tão horrendo e negro, coberto por uma fumaça espessa. E ao redor do carro serviam a este monstro muitos meninos religiosos (religiositos niños).
“Conheci que o monstro abrigava dentro de si a muitos Religiosos de maior idade e Sacerdotes e também muitas Religiosas, de Ordens de ambos os sexos.
“Conhecendo aqui aquele pecado, que era tão horroroso, feio, sujo e desordenado, foi tanto o meu pavor que eu inteira tremia de horror.
“E sem que ele tivesse chegado até onde eu estava, somente com conhecer que estava do lado de fora, pensei que ia morrer, e Vos dizia: “Basta, Senhor, basta. Tira de junto de mim esta horrenda visão”. E então ele desapareceu”.
(Fonte: Autobiografia de la Venerable Madre Sor Catalina de Jesús Herrera, Edit. Santo Domingo, Quito, 1954, pp. 271/2).
Fonte: http://aparicaodelasalette.blogspot.com.br

terça-feira, 21 de abril de 2015

Lembrando: Carta Aberta ao Papa Francisco - O senhor está planejando redefinir a doutrina da Igreja?

Artigo Publicado em 21.10.2014

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Impressionante exortação a Francisco declarar suas intenções
O texto abaixo não é de um setor “tradicionalista” da Igreja. Nem dos grupos sedevacantistas. Vem, sim, de uma pessoa formada em teologia católica, e mostra que o governo de Francisco pode estar levando a uma apostasia geral, da qual uma parte da Igreja permanecerá separada e fiel.
 
CARTA ABERTA AO PAPA FRANCISCO
13 outubro de 2014
O senhor está planejando redefinir a doutrina da Igreja?
Caro Papa Francisco:
A Igreja ensina que, como um teólogo católico, posso levantar questões sobre o conteúdo das suas intervenções (sobre a vocação eclesial do teólogo 24). Então é isso que eu pretendo fazer nesta carta aberta.
Desde que foi eleito Papa, muitas de suas ações e declarações trouxeram inquietações entre certo número de cardeais católicos. Eu mesmo, anteriormente já havia levantado questões, principalmente sobre como suas palavras e ações parecem estar de acordo com as profecias católicas críveis dos nossos tempos. O centro das preocupações crescente aponta para o que parece ser sua intenção de mudar ou alterar a doutrina católica, fazendo concessões em relação ao ensinamento tradicional da fé e da moral.
Está o senhor planejando desviar a muitos, primeiro, redefinindo seu objetivo na família (mudando o significado de casamento, comprometendo a moralidade sexual e questões de família), já que é a base da sociedade e da Igreja doméstica? Por que o senhor foi desenfatizando os ensinamentos sobre a homossexualidade, a coabitação, aborto e anticoncepção? Por que o senhor está colocando estrategicamente em postos-chaves no comando da Igreja  pessoas comprometidas com mudanças na doutrina, causando confusão? O senhor está dirigindo a Igreja Católica fazendo uma série de declarações alarmantes a respeito de mudanças em suas estruturas e suas crenças? Por que parece que as leis de nossos países estão sendo instigadas em uníssono com as mudanças que estão sendo propostas em nossas igrejas, em ambos os lugares, o conjunto de novas leis está sendo aceitas para redefinir e aceitar todos os tipos de pecado?
Poderia isto está tornando-se uma questão de Validez Papal?
É objetivamente impossível alterar, descartar ou comprometer um só artigo da doutrina da fé. Como já discutido em outro artigo, a Igreja nos ensina que mesmo um papa pode se colocar em estado de heresia pessoal se ele se recusa a acreditar na doutrina, e se isso acontecer, ele anula-se como Papa. Existe uma doutrina de fé que o senhor se recusa a acreditar? Ou está tentando mudar? Ou de fato irá mudar em breve?
Aquino confirmou que todos os membros da Igreja, que, obstinadamente descrê uma doutrina da fé, perde toda a graça teologal da Fé; e, mantendo voluntariamente dessa maneira um só tipo de opinião de acordo com sua própria vontade, torna-se um herege. Torna-se uma questão de escândalo quando aqueles que lideram a Igreja tratam a doutrina como se não fosse, argumentam que a doutrina tem sido até agora controversa, e, em seguida, se esforçam para redefini-la, tratando-a como um assunto aberto ao questionamento, a discussão ou opiniões entre especialistas. Esta é essencialmente uma obra de engano. Mais preocupação surge quando os membros da hierarquia da Igreja dizem que não têm intenção de mudar a doutrina da Igreja, mas começam a fazer concessões pastorais aparentemente misericordiosas mas, que, na realidade são condenáveis, fazendo secretamente ter o efeito de tornar a doutrina obsoleta.
O senhor não pode alterar doutrina alguma do Catecismo
Embora nem todas as doutrinas contidas no Catecismo foram infalivelmente definidas, o Catecismo ensina somente a verdade, verdade confiada de uma vez por todas aos santos (Judas 3). Alterar significativamente qualquer ensinamento contido no Catecismo, que é a fonte do ensinamento sagrado da doutrina, “texto de uma referência segura e autêntica para o ensino da doutrina católica” que “sem erro sintetiza normativamente  toda fé católica e as verdades salvíficas fundamentaisda da fé”  objetivamente leva à heresia e apostasia. Se o senhor mudar a doutrina ou simplesmente transgredi-la sob o pretexto de fazer uma (não obstante quão nobre a sua razão aparente) concessão pastoral ou simplesmente substituí-la com  novas leis de tolerância, tudo isso seria cair em heresia. Alterar o ensinamento da Igreja, mesmo sob o disfarce de uma inovação pastoral válida não mudaria. Hoje em dia existe um generalizado e amplo liberalismo radical de compaixão, falsa misericórdia e tolerância excessiva, propostas de caráter pastoral para ficar “atualizado”. Mas só o que é verdadeiro pode ser verdadeiramente ministério pastoral. Não pode a misericórdia ser citada por como uma alternativa ou em oposição à doutrina: A verdade doutrinal nunca pode adaptar-se ao crente ou ao tempo, mas o crente e o tempo devem ser convidados a se adaptar à verdade doutrinária. Um ensinamento novo ou modificado ou uma concessão que contorna ou altera qualquer artigo de fé ou apenas uma interpretação diferente da tradicional e verdadeira seria necessariamente herético. É isso que o senhor está planejando fazer?
Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida e não há salvação através de qualquer outra pessoa. Ele é a plenitude de toda a revelação divina, que subsiste na íntegra apenas na Igreja Católica. Os católicos devem acreditar como verdadeiro toda a doutrina da Igreja. Esta fé “é necessária para a salvação” (CIC 183) para aqueles que estão conscientes disso. E ainda o Papa “tem o poder pleno, supremo e universal sobre toda a Igreja” (CIC 882), isto é aplicável apenas quando é um papa válido e permanece assim. Sua posição de Papa o obriga a salvaguardar e interpretar a doutrina na forma devida e verdadeiramente comprometida com o Magistério autêntico da Igreja deixada poo nosso Divino Redentor (Mateus 16:18, 18:18), não para o senhor, como um indivíduo, submetê-los ao jogo e propósito ocultos de poder. E mesmo quando o ensinamento da Igreja sobre o desenvolvimento da doutrina permite um progresso real na exposição e compreensão da Revelação, nunca permitiu  mudar, abandonar ou alienar qualquer ponto de doutrina da Igreja.
A Palavra, como nos deu a Escritura (a Bíblia) e tradição (o Catecismo), não pode mudar. A íntegra verdade divina da fé, entregue a nós na forma de doutrina sagrada é “sabedoria acima da sabedoria humana” e só se entende e aceitam por um profundo e autêntico “temor de Deus”. É dever da hierarquia da Igreja chamar os fiéis a obediência da fé na verdade plena da doutrina contida na Sagrada Escritura e na Tradição, com a liberdade de consciência nunca abandonando a verdade, mas sempre e só lhes dá liberdade na verdade. E toda a obra da pluralidade genuína deve salvaguardar a unidade da fé na sua integridade doutrinal.
Em vez de chamar a humanidade à sua conversão a Cristo e à verdade da doutrina, interpretando o grande mandamento de Jesus Cristo: “Ide e fazei discípulos de todas as nações”  para que se convertam e se  batizem, alguns veem que sua abordagem está a tentar moldar e comprometer a doutrina diante das atuais tendências seculares de pensamento e comportamento, e tagiversá-la para acomoda-la a outras orientações religiosas. Papa Francisco, devemos permanecer firmes naquilo que foi confiado a nós por Cristo e seus apóstolos, ou seja, o depósito integral da fé que há na doutrina sagrada (1 Timóteo 6:20). Somos chamados a deixar que a verdade sobrenatural de Cristo fale por si mesma, porque “o que nos faz acreditar (doutrina) não é que as verdades reveladas nos pareçam certas e inteligíveis à luz de nossa razão natural (muito menos no contexto da nossa sociedade moralmente corrupta); Acreditamos que é a autoridade do próprio Deus que as revela, que não pode se enganar nem ser enganado”(CIC 156). No entanto, se Deus não pode enganar um papa sim, pode faze-lo; especialmente usando a bandeira da (falsa) humildade, e (falso) amor da humanidade, que é pregado, mas não é praticado em sua forma genuína.
Para reiterar o meu ponto principal, Papa Francisco, o senhor não pode mudar, alterar ou descartar um só ponto de doutrina sem desmontar todo o depósito da fé. “Porque quem guardar os preceitos da lei, mas falhar em um só ponto,será culpado de toda ela” (Tiago 2:10). Mesmo quando uma doutrina por menor e insignificante que pareça ser, é rejeitada, comprometida ou alterada, toda a verdade de Deus é comprometida. Papa Francisco, o senhor pode atualizar ou alterar os costumes da igreja, como tem sido validamente feito por muitos na hierarquia, mas não pode alterar a doutrina da Igreja, nem mesmo  a doutrina menos significativa (por exemplo, dar a comunhão a divorciados que voltaram a casar, a bênção da Igreja aos casais do mesmo sexo ou mudar o significado da Eucaristia) sem realmente negar seu pontificado. Seria impossível para um líder da Igreja permitir qualquer alteração substancial a uma doutrina, uma vez que tal mudança seria necessariamente incompatível com a adaptação pastoral da doutrina, que também seria semelhante à heresia e apostasia. Ceder a uma doutrina católica é abrir uma caixa de Pandora, cujo efeito deslegitimiza toda a doutrina católica.
O senhor está levando a Igreja para à Grande Apostasia e ao Cisma?
Papa Francisco o senhor está  organizando um novo movimento evangélico que será lançado em fases, através de uma estratégia de passos graduais para evitar muitas perguntas, mas que será recebido como uma lufada de ar fresco para muitos? O senhor  está formando uma comunhão ecumênica falsa como parte de uma Igreja renovada , buscando unir as igrejas do mundo em uma Nova Igreja do Novo Mundo, levando a prática de novos ritos e abominações? A Igreja não pode se adequar ao mundo moderno, nem sua doutrina mudou para se tornar inclusiva  a fim de agradar a outras denominações, religiões e modismos.
E não importa o que o senhor  faz de bom, não importa  que o senhor promova outros esforços humanitários, ou concurso de popularidade em que o senhor ganhe, se o senhor dirigir os fiéis a um caminho errado, não será nada mais do que um falso papa. Assim como para todos nós, o senhor tem duas opções - manter-se fiel à Verdade de Cristo ou aceitar mentiras, o que é uma heresia, e disseminar essas mentiras  por meio do engano dividindo dessa forma a Igreja atravéz de um cisma.
Papa Francisco, quaisquer que sejam os seus planos, o fato é que parece  que o senhor está contribuindo para a confusão espiritual dos nossos tempos. Seu foco parece ser mais no homem do que em Deus, agradar ou impressionar o homem mais do que a Deus, em deixar o homem acomodado em seus pecados, em vez de ajudá-lo a servir e obedecer a Deus e Seus Mandamentos. Se isto é assim, então onde o senhor quer chegar com isso? E para onde está dirigindo a Igreja?
Está um falso profeta no meio de nós?
Papa Francisco, há muitos ensinamentos bíblicos e profecias do falso profeta, alguns dos quais parecem que o senhor esteja em conformidade. Por que o senhor está apoiando vigorosamente bispos dissidentes que estão propondo fazer concessões pastorais heréticas e manuseando a doutrina sagrada, enquanto impiedosamente rebaixa ou remove outros bispos conhecido por ser fiel à doutrina? Por que oferece uma sensibilidade pastoral enorme para as pessoas que nem sequer querem praticar a fé e até mesmo a ofende, mas tem mostrado um antagonismo implacável para com aqueles que a praticam? Por que cada vez mais parece que está em curso uma desorientação diabólica intencional na doutrina da Igreja sob o seu pontificado?
A Bíblia nos adverte de falsos mestres que lideram o povo de Deus para um caminho errado com as suas mentiras e sua imprudência. São Judas diz que eles vão perverter a graça de Nosso Senhor, transformando-a em libertinagem. Nosso Senhor também alertou repetidamente sobre falsos mestres que levam muitos para ruína espiritual. Jesus conta a parábola do joio e do trigo, com a qual ele ilustra que as sementes de plantas daninhas (falsa doutrina) são tão semelhantes aos de trigo, que até mesmo os lavradores (teólogos / apologistas / bispos) têm dificuldade de distinguir porque o diabo gosta de disfarçar a mentira com a verdade, a virtude usada para justificar o vício e distorcer a doutrina para justificar a heresia, enganando a muitos fiéis. Jesus, na verdade, nos alertou para ser vigilante contra os falsos profetas, que vêm até nós vestidos em pele de cordeiro, mas são lobos devoradores. E São Paulo diz desses vilões: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu ensinar-lhes um evangelho contrário ao de Jesus Cristo seja excomungado.”
Papa Francisco seria o senhor o lobo vestido como um pastor, o qual a profecia católica nos avisou?
(Nota de www.rainhamaria.com.br: “Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: 'Eis o lobo!', quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado.” São Francisco de Sales, Bispo e Doutor da Igreja, Filotea ou Introdução à Vida Devota, parte III, cap. 28)
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É o falso profeta que traria mentiras e enganos levando a Igreja ao cisma profetizado? Seria o senhor o anti-João Batista e precursor do Anticristo que governará o mundo?
(Nota de www.rainhamaria.com.br: São Paulo, o grande Apóstolo, falando aos bispos e clero em Êfeso, Atos 20, 28-30, “Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos.”)
Aqui vale a pena considerar duas fontes aprovada de revelação privada: Primeiro, em La Salette, Nossa Senhora avisou-nos que Roma iria perder a fé e se tornaria a sede do Anticristo; a Igreja seria ofuscada e não saberia quem é o verdadeiro papa. E em segundo lugar, em Akita Nossa Senhora nos alertou que o engano de Satanás será infiltrar-se na Igreja a tal ponto que vamos ver (bons) cardeais divididos contra (maus) Cardeais, quando a Igreja será enredada em uma revolução, e muitas outras profecias católicas críveis, alertam-nos para os nossos tempos; profecias que todos os católicos devem ter conecimento. Elas nos dizem que chegará o líder da Igreja por meio do qual o mundo será enganado por seus muitos atos que serão considerados obras de grande caridade, mas mantidos atrás de uma falsa fachada de humildade e palavras doces apresentadas com um carisma externo maravilhoso e amoroso. Através de seus ensinamentos vai incentivar a humanidade a caminhar em direção a exaltação do humanismo em lugar de Deus.
O próprio Catecismo ressalta que, nos últimos tempos, uma grande parte dos fiéis será desviada por um engano especificamente religioso. Papa Francisco, o senhor é o  impostor que vai colocar em risco a integridade da doutrina da Igreja, que anuncia com orgulho a sua solução de unir todas as igrejas como se fossem uma levando ao cisma a Igreja Católica?
No nosso tempo, mais do que nunca, Satanás quer causar um grande dano espiritual para a humanidade pelo engano. Sabemos que o falso profeta virá mascarado como um amigo de católicos, protestantes, judeus e muçulmanos. Em vez disso, ele é o mentiroso, que entrou na casa de Deus para enganar e destruir as almas através do que será o maior engano religioso da história.
Papa Francisco, se o senhor for um falso profeta  que pretende roubar almas através da mentira, haverá de sair perdendo. O livro do Apocalipse diz que tanto o falso profeta e o anticristo serão lançados no lago de fogo onde eles vão sofrer para sempre. “O mal terá sua hora, mas Deus terá seu dia” (Venerável Fulton Sheen).
Muito do que vai acontecer na Igreja nestes tempos foi previsto, e nós sabemos que Deus permite  essas abominações por um bom motivo. A Igreja, como Cristo, sofrerá  a sua paixão, crucificação e morte, e só então entrar em sua ressurreição em uma nova era de paz (Fátima). E nós sabemos que não haverá derrota para os fiéis que permanecerem firmes na fé e defenderem a verdade: a Palavra de Deus - mesmo na adversidade, heresia, apostasia e cisma.
Aos fieis católico
Aos fiéis católicos eu digo o seguinte: Vivemos em tempos sombrios e perigosos em que a nossa fé e moral estão sendo atacadas e reprimidas em todos os lugares, das formas mais sinistras e dentro da própria Igreja. São Paulo nos alertou em sua primeira carta a Timóteo que “nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos maliciosos (falsas) doutrinas de demônios, seduzidos por mentirosos” (1 Timóteo 4, 1). Você deve estar alerta para os sinais dos tempos que foram preditos na Bíblia, incluindo o livro do Apocalipse, e profecias marianas confiáveis. A profecia católica sólida indica que o tempo da grande batalha predita nas Escrituras, a ser realizado nos últimos tempos está, na verdade, diante de nós nos dias de hoje. Não obstante o que venha acontecer, a Igreja Católica de Jesus Cristo permanecerá intacta, mesmo se houver apenas um remanescente. Jesus prometeu que a verdade nunca pode mudar ou ser derrotada.
Ore para receber a graça de discernir a verdade, a vitória será de Nosso Senhor. Tudo que você precisa fazer é evitar as armadilhas que podem ser colocadas para arrebatar as vossas almas. Não deixem que falsas doutrinas lhes sejam impostas mesmo se você for acusado (falsamente) de falta de tolerância, falta de compaixão, falta de amor, falta de respeito pelos direitos humanos ou de serem injustificadamente moralista. Que Jesus lhes abra os olhos para qualquer engano possível ou mentiras que lhes são apresentadas com meias-verdades ou com ambigüidade; e que o Senhor não permita que qualquer líder falso divida a Igreja. Ore para que a graça do discernimento ajude a nunca negar a Verdade. Sejam firmes em sua crença na Palavra de Deus, nos ensinamentos da Igreja e nos Sacramentos. Não importa o quanto seja atacada a Igreja de Jesus Cristo, Deus não permitirá que ela seja destruída (o famoso sonho de São João Bosco de guerra para a Barca de Pedro vem à mente aqui). Pode ser a implantação de um plano astuto que poderá levar para grande apostasia, o primeiro selo do livro do Apocalipse, e será o maior engano da história, de maneira que devemos examinar tudo o que dizem a partir de agora, mesmo quando vier do Papa Francisco. Pois o homem nunca pode viver só de pão, mas da verdadeira Palavra de Deus.
Negar ou simplesmente deixar uma doutrina de fé é negar e abandonar o próprio Jesus Cristo como Judas fez. Os fiéis devem estar atentos a qualquer plano possível de alteração ou descarte da doutrina aos caprichos do modernismo e do relativismo.
Fiéis católicos, eu declaro que a vigilância é necessária agora. Não aderir a falsos chamados de caridade, que fazem aqueles que buscam a aceitação de suas próprias vidas pecaminosas enquanto eles desafiam as leis de Deus e agora poderão  em breve receber a aprovação da Igreja para continuar a fazer o mesmo.
Para concluir
Papa Francisco, se o senhor pretende moldar qualquer doutrina de fé ao mundo profano e secular, ou mesmo desenfatizar qualquer parte de doutrina para produzir uma nova tolerância com o pecado, a Igreja não vai acompanhá-lo, nem os fiéis ascentirão.
Pois tal apostasia invalidaria seu pontificado.
Convido-o a tomar o seu verdadeiro dever de salvaguardar e promover ativamente a doutrina sagrada e, assim, formar evangelizadores testemunhas vivas da fé, para formar os santos cristãos do terceiro milênio. Agora, eu só incentivo a todos os católicos a amá-lo e obedecê-lo, Papa Francisco, em todos os assuntos da fé verdadeira, mas também alerto para os fiéis prestarem mais atenção aos sinais dos tempos. Papa Francisco, se o senhor ainda decidir autorizar qualquer mudança na doutrina, então a hierarquia legítima da Igreja claramente ciente destas questões ensinará aos fiéis como devemos responder de boa-fé. Não sendo isso o que suceda só o amor, obediência e oração para o senhor, Papa Francisco, permanecendo devidamente alerta sobre os sinais proféticos dos tempos atuais.

Por Kelly Bowring
Tomado de: Two Hearts Press
Fonte: http://romadesempre.blogspot.com.br

Quem usa a Igreja para ajudar o comunismo do PT, não é Bispo, é serpente. Já se excomungou

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Por Frei Clemente Rojão
Quando você faz uma crítica pública a algum membro da hierarquia, e alguém vem te repreender porque falou "de um cardeal ou bispo", respondam da maneira mais colorida possível, sem medo de usar o chicote de cordas retórico. Jesus chamou a Herodes de raposa, os sacerdotes de sepulcros caiados e os fariseus de filhos de Satanás, e ninguém veio com "veja como você fala do rei da Judéia, dos sacerdotes ou dos chefes das sinagogas!". Aliás, ele bem levou um tapa na cara por supostamente ofender ao sumo-sacerdote, mostrando que a hipocrisia de respeitos humanos serve até para estapear o Salvador.
Façam isso porque é esse pensamento que permite que bandidos ideológicos tomem a Igreja e a destruam por dentro, enquanto as  ovelhas obedecem aos mercenários que as tosquiam. As ovelhas obedecem o pastor, e deveriam morder ao mercenário. Não tenha respeito humano não, respeitem o cargo mas desrespeitem solenemente quem não é digno dele. O cargo, porém é algo abstrato. Homens são concretos. O cargo não age, homens usam os cargos para agir. Você só desrespeita o episcopado ou ao cardinalato se desobedecer a fé católica, sem esta fé estes cargos valem esterco.
Quando o sumo-sacerdote Menelau concordou em adorar um ídolo de Zeus no templo de Deus em Jerusalém, menos de dois séculos antes do nascimento de Cristo, perguntem se os santos macabeus ficaram com respeitos humanos... "Ai, não fale nada do Sumo-Sacerdote, ui, ai, ui, ai!!!". É por isso que eles foram santos, e sua luta e martírio foram o prólogo da vinda e martírio do Salvador.
Quem sob um véu de falsa piedade te impede de dizer que o sim é sim, o não é não, é servo do Maligno, porque fala as coisas do pai da mentira.
Eu não respeito nem bispo nem cardeal que não provem por atos e doutrina serem dignos do episcopado ou do cardinalato. Porque como disse a Imitação de Cristo, Deus não vai te perguntar o quão bem tem falado, mas sim o quão santamente tem vivido.

Fonte: www.freirojao.com.br

A Fumaça de Satanás na Igreja: A união civil gay é um direito, declara Padre Fábio de Melo

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Padre Fábio de Mello mostrou que tem ideias bastantes progressivas em relação a união homossexual. O religioso se mostrou favorável ao casamento gay apesar da Igreja Católica ainda relutar contra o fato.
“A união civil gay é um direito, não tem nada a ver com religião, ninguém está pedindo para entrar de véu e grinalda na igreja”, disse ao jornal “O Globo”.
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Famoso por expressar seu lado extrovertido nas redes sociais, o padre ainda falou sobre seu sucesso na web.
“Ali mostro um Padre Fábio que as pessoas não têm muita oportunidade de ver no palco ou na igreja. Sou muito descontraído, tiro humor das situações menos propícias. Muitas vezes me acusam de ser um fake: ‘Um padre nunca escreveria isso’. Já me contaram que viram humoristas roubar piadas que postei ali.”

Fonte: Roma de Sempre noticias

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Padre Joseph Schrijvers:

O Grande Combate


 
Amar a Jesus de todo o nosso coração, permitir-Lhe, a poder de amor, estabelecer em nós, o seu Reino, isto é, fazer-nos semelhantes a Ele, eis o belo ideal da santidade.
Mas esse reino de Jesus não se estabelece assim tão facilmente…quando Jesus se apodera da alma, infundindo-lhe o santo amor, não destrói nem desarma seu adversário, o egoísmo.
Este, ao contrário, entrincheira-se na parte mais inacessível da alma, fortifica-se e resiste ao assaltante.
Antes de compreender os combates de amor, é necessário saber quais as forças de que dispõe o inimigo. O egoísmo é um inimigo poderoso. Entrou na alma com o pecado original e daí estendeu seu império sobre todas as faculdades do homem.
A vontade, devido a esse domínio, tornou-se frágil e propensa ao mal; a razão, por sua vez, velou-se, e a imaginação emancipou-se; as paixões revoltaram-se e os sentidos passaram a conspirar constantemente contra a sã razão.
Esse egoísmo teve tempo de preparar seu refúgio durante anos. Todo o tempo da infância e adolescência, até ao momento em que a alma decidiu-se a viver para Deus foi consagrado a alimentar e fortificar o amor próprio.
n/d O egoísmo lançou, assim, raízes profundas nos hábitos e inclinações. Todas as fibras do nosso ser, todas as células do nosso organismo foram como que impregnadas por ele. Todas as idéias que nutrem a inteligência, todas as representações que povoam a imaginação, todas as palavras que caem dos lábios, tudo foi mais ou menos penetrado por esse veneno.
E como se esse mal já não fosse excessivo por si mesmo, foi ainda agravado por tudo quanto rodeia o homem. Os princípios do mundo não têm outro fundamento que o egoísmo; seus exemplos não encorajam se não o amor próprio; suas palavras não louvam senão os que se dirigem segundo suas máximas.
O sorriso, a ironia, o ultraje, a perseguição, o escândalo servem, cada um por sua vez, para enfastigar do amor de Deus as almas que querem viver piedosamente em Cristo.
Em suma, o demônio em pessoa agarra-se àqueles que querem resolutamente seguir os passos de Jesus. Sua tática consiste em alimentar continuamente o egoísmo. Raramente manifesta-se por uma intervenção direta. Ele é tão horrível que sua presença assustaria a alma, afugentando-a para sempre.
Entretanto, ele excita os apetites desordenados da carne; fomenta o orgulho, excita a paixão da glória, insinua-se ns faculdades, inclinado-as para o mal. Aproveita-se de todos os acontecimentos exteriores e de todas as disposições interiores da alma e do corpo para atingir o seu fim.
Usa do formidável poder que Deus lhe deixou, para tentar os homens; da experiência de milhares de anos, que adquiriu em seu triste mister, enfim, de todas as astúcias e de toda a violência que lhe pode inspirar o ódio a Deus e seus filhos.
Todos os esforços se dirigem para o fim; fazer germinar a semente do egoísmo, e abafar o germe do amor de Deus.
Por quanto esse amor, no começo, não é senão germe, e quão frágil!
A terra na qual Jesus depositou esse germe é uma terra ingrata, onde o joio tudo invadiu. Essa terra é a natureza humana onde as raízes cravam-se na carne e no sangue. Como poderá um amor todo espiritual criar raízes num solo tão estéril?
… Não desanimes, entretanto. Se o adversário é forte, Jesus é ainda mais potente.
Antes de tudo, lembra-te que foi Ele quem criou teu coração. Por mais aviltado que esse coração esteja, conserva uma certa nobreza, uma necessidade de profunda felicidade, de paz, de imortalidade; uma sede de amor que nenhum bem criado pode saciar. É por esse laços imperceptíveis, porém fortes, que Jesus retêm ou reconduz a si as almas.
Em seguida, Deus entrou na alma do justo com a graça santificante. A Santíssima Trindade estabeleceu nela seu trono e Jesus apossou-se de sua vida.
Uma vez que a alma se pôs resolutamente sob a direção desse Mestre todo poderoso , Ele não desvia dela o olhar: “Palpebrae ejus interrogant filios hominum” (Sl 10,5). Suas pálpebras interrogam os filhos dos homens.
Sua bondade previne a alma, acompanha-a e segue. Sua graça sustenta-a, reanima-a, fortifica-a e cura.Jesus é fiel. Por mais nigorosos que sejam os ataques infernais, Ele não permite jamais que excedam às forças da alma (I Cor 10,13).
Jesus é generoso. Ele alimenta a alma com sua própria substância e todos os dias, se ela assim o quer. Prepara-lhe um banho com seu sangue, onde ela pode purificar-se de suas manchas e curas suas chagas. Ele destina à sua guarda um príncipe celeste, incumbido de frustrar a astúcia de satã, e de reanimá-la, enconrajá-la e estimulá-la ao bem.
Ele a confia enfim à Mãe querida para ser amparada com sua ternura e solicitude maternais.
A presença tão meiga do divino Mestre é velada pela fé; as verdades mais encorajantes mal transparecem através de espessas nuvens; a ação da graça é tão delicada, tão sutil, que a alma apenas percebe seu sopro e nem sente suas carícias.
Não poderia Deus elevar as almas com o poder de sua graça e transportar-lhes a barca num instante até ao porto da satidade?
É óbvio que sim. Mas onde, o prazer que ele sente, ouvindo a pobre alma murmurar, apesar de tudo, um ato de confiança na sua soberana bondade, vendo nossa débil natureza, em luta contra tantos obstáculos, exposta à correntes diversas, remar, mesmo assim, com os olhos e os coração fixos Nele? Onde, então, a admiração dos anjos e santos no céu, se eles não tivessem sob os olhos o espetáculo de tanta constância de alma num corpo tão frágil, tantos esforços para o céu num ser todo inclinafo aos prazeres da terra?
Oh! não te aflijas, minha alma, não temas.
O Onipotente luta em ti e por ti. Jesus não te abandonas, e conduzir-te-á à vitória.
Tais são as condições desse combate entre o amor e o egoísmo, entre o céu e o inferno, entre Jesus, o Rei da Glória, e satã, o príncipe das trevas.
Tu, minha alma, se és a causa da luta, és também o árbitro.
… Ai de nós!
Ele criou tua vontade livre, e não a violentará.
És tu quem escolherá entre Jesus e satanás, entre o amor e o egoísmo, entre o prazer que podes proporcionar a teu bom Mestre, morto por ti, e a aflição que lhe causarás com a tua infidelidade.
A ti compete escolher se pertencerás a Jesus e até que ponto lhe pertencerás, se serás um cristão comum ou uma alma de elite, se arrastarás no mundo a corrente de teu egoísmo ou se alçarás o voo nas asas do divino amor.
Ó Jesus! mil e mil vezes sou vosso.
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Auxiliai-me a pelejar nos combates do amor.
O Divino Amigo – Padre Joseph Schrijvers

Fonte: Dominus Est

domingo, 15 de março de 2015

MENSAGEM DO REI JESUS AO PROFETA BENTO DA CONCEIÇÃO (PEDRO II) EM 19 DE JUNHO DE 2000


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A MESSE É GRANDE, MAS OS OPERÁRIOS SÃO POUCOS

A discórdia aumenta e o inimigo ataca de todas as maneiras, não deixando ninguém em paz. Forma seus aliados, junta todos eles e os manda fazer espanto em toda Terra. Suas leis, daqui para frente, é formar guerrilha e escândalos no meio dos governantes, mexendo um com outro e pondo a ponto de discussão, sobre suas leis que cada partido quer fazer, formando, assim, entre eles, revoltas. Como há lá dentre eles, assim também passa pela Cúria Metropolitana, punindo todo aquele que vier fazer a Minha vontade. Suas leis tem que ser como eles querem e não como foi escrito no primeiro Concílio Vaticano. Mexeram no que não deviam e formaram novas leis tanto para o judiciário civil como para a assembleia legislativa e para o Santo Sacramento de Minha Igreja. Este era o plano de Meu adversário, e conseguiu. No mundo, Meu filho, o juiz deste século se acordou com uma fome tão grande, que não permite nenhuma lei, se não for como deseja.
Filhos amados! Não precisam de arma alguma para enfrentarem este revolucionário; basta Me obedecerem. Na frente de vocês estou Eu, e por onde mandar cada um de vocês fazer este Meu serviço, que não tenham medo. Esta guerra é santa. É a última que este inimigo enfrentará, e ele já sabe que vai perdê-la. Por isso mexe com os governantes pondo seus podres a serem vistos por todos, e também Meus servidores um contra o outro. Desta maneira tudo corre como ele quer. Mas, tem um limite, e este limite breve irá finalizar-se.
Vejam, Meus filhos amados, que estou precisando tanto de operários, mas são poucos que vêm Me ajudar (Lc. 10,2). E mesmo esses que estão Me ajudando, alguns ficam com medo e outros não querem se identificar com medo de perderem seus cargos. É como já disse: "Todo aquele que pegar no arado e olhar para trás, esses ainda não decidiram com quem ficam". (Lc. 9,62) Mas, os que são seguros, e com os quais posso contar, são poucos, mas dá para enfrentar os Meus adversários. Sim, porque em cada um desses está o Meu Santo Espírito cada vez mais forte, e que sem Ele ninguém poderia ir à luta.
Filhos e filhas! Do jeito como estão Me fazendo, ficando no mesmo costume como sempre foi, não precisam ter medo de nada, pois Eu, Jesus, estou no comando e Minha Santa Mãe também. Todo exército dos Meus Anjos preparado está, e eles já sabem o que devem fazer, é só apontar para o mar e suas ondas gigantescas começarão a limpar tudo o que não presta, assim como também os vendavais, terremotos e vulcões.
Não vos desespereis quando tudo isto vier acontecer, pois Comigo todos estarão seguros.

                                                                                                                Jesus
 
(mais mensagens no site: www.ceifadores.com.br)

sábado, 14 de março de 2015

HOMILIA DO PADRE REINALDO - EM 03.03.2015


Essa homilia do Padre é muito forte, mas de qualquer forma, vale é bom ouvir, e fazer uma reflexão do contexto que a Igreja esta vivendo. Nós católicos somos responsáveis pelo clero, temos a obrigação de rezar por eles e por todos nós cristãos.

CAPELA SAGRADA FAMÍLIA EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ SC





Paz e Bem!


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A Nova Igreja imaginada pelo Cardeal Marx:

Nela haverá espaço para os casamentos gays, os divorciados recasados e as exigências de mudanças na doutrina dos sacramentos-

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O Cardeal Reinhard Marx, [FOTO] presidente da Conferência Episcopal Alemã, concedeu no dia 22 de janeiro uma entrevista à revista “America”, dos jesuítas norte-americanos, na qual expressa suas esperanças em relação ao Sínodo da Família de outubro de 2015, bem como manifesta a sua visão da Igreja.
Dessa entrevista receberam especial destaque da mídia alemã as passagens referentes aos divorciados recasados e aos homossexuais. Assim, o jornal “Süddeutsche Zeitung” publicou uma reportagem intitulada “Os homossexuais estão também dentro”,
n/d
Enquanto o “Nordbayerische Kurier” dava à sua matéria o título de “Marx a favor de uma via de reforma para os divorciados recasados”.
Esses temas são atualmente os mais importantes para os assim chamados católicos reformistas, que lutam por uma adaptação da doutrina da Igreja Católica às máximas do movimento de Maio de 1968 na França.
Contudo, na sua entrevista para a revista “America”, o Cardeal Marx não se limitou de Agencia Boa Imprensamodo algum a esses temas, mas precisou e atualizou outras exigências do catolicismo reformista. Com isso ele se coloca na cabeça de um movimento que, no máximo de cinco anos a esta parte, por ocasião dos escândalos de abusos sexuais, vem defendendo publicamente e de modo cada vez mais claro e ruidoso seus pontos de vista, segundo os quais a Igreja deveria arrasar drasticamente as suas estruturas, e o Magistério eclesiástico adaptar-se ao estilo de vida hodierno.
 
Cardenal Marx, um reformista
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O assim chamado “Caso Tebartz van Elst” [sobrenome do bispo de Limburg, que foi demitido por ter renovado o palácio episcopal com gastos julgados excessivos pelo Papa Francisco, (embora muitos admitam que esse foi apenas um pretexto)] representou no ano passado uma ocasião propícia aos católicos liberais para a propaganda de sua agenda. Supostamente para evitar no futuro “situações como as de Limburg”, seria preciso fazer agora uma nova definição do múnus episcopal e discutir pura e simplesmente o papel da Hierarquia eclesiástica.
Na verdade, trata-se de uma visão inteiramente nova do que é a Igreja, e que fica muito patente na entrevista do Cardeal Marx concedida à revista “America”. Assim ele se exprime: “A Igreja pode mostrar ao mundo que não é um instrumento para si mesma, mas que pode sê-lo para a unidade da nação e do mundo.” Segundo Marx, a Igreja não deveria ser uma Igreja narcisista, uma Igreja do medo.
O Cardeal Marx demonstra também compreensão para com as parcerias homossexuais, os “casamentos selvagens”, os divorciados recasados e as exigências de mudanças na doutrina dos sacramentos. Em qualquer caso, para ele não está claramente definido o que a Igreja Católica ensina em matéria de casamento e família.
Uma Igreja de leigos, não guardiã da verdade
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"E, QUEM SOU EU PARA JULGAR"
O Cardeal Marx é a favor de uma desclericalização do poder na Cúria Romana. Desta forma os leigos deveriam assumir a direção de importantes secretarias, até mesmo a presidência de Conselhos, Congregações (portanto, dos ministérios vaticanos) e demais unidades administrativas. No âmbito dessas reformas estruturais, as mulheres deveriam ter a preferência. Dever-se-ia afinal reconhecer que a “emancipação das mulheres” é um dos “sinais dos tempos”. A Igreja deveria agora levá-la adiante. (O conceito de “emancipação da mulher” provém do arsenal de conceitos da política social esquerdista e tem como fundamento a ideologia da luta de classes).
Nessas declarações fica claro que a Igreja não é vista pelos católicos reformistas liberais primariamente como guardiã da verdade, mas como local de encontro, onde se reúnem todos os homens, pouco importando o que eles são. Para que isso possa dar certo, a Igreja precisa adaptar-se ao espírito do tempo e, tanto quanto possível, ter as fronteiras abertas. As fronteiras entre o católico e o não-católico devem ser apagadas — porém não de modo tão radical que chegue a ameaçar a arrecadação do imposto eclesiástico. E, de novo, para consegui-lo, impõe-se uma debilitação do múnus sacerdotal e episcopal.
Numa Igreja assim, a verdade e a fidelidade ao Evangelho não podem estar no centro. Isso não é dito expressamente, porém é a consequência forçosa.  Pois, para que a verdade possa estar armada contra contínuos ataques, ela precisa estar apoiada hierarquicamente no fundamento do sacramento da ordem.
Um tecido disforme, pós-estruturalista
Se este processo perdurar, ele dará lugar a um tecido de dioceses e paróquias sem delimitações territoriais fixas. A decisão ficaria nas mãos de grêmios pseudo-democráticos e de figuras carismáticas que apresentam um estilo de vida não mais ligado a verdades de fé firmemente definidas.
A Igreja teria então uma aparência análoga à da sociedade utópica pós-estruturalista sonhada pelos revolucionários de 1968.
Por Mathias von Gersdorff: publicista de renome na Alemanha, colaborador da Agência Boa Imprensa — Correspondente em Frankfurt.

Fonte: http://www.abim.inf.br