Os palestinos lançaram bombas incendiárias contra o local de peregrinação para os judeus. O ataque provocou graves danos.
Para os judeus, o local atacado é o
túmulo de José, um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos e
levado ao Egito, de onde seu corpo foi trasladado segundo a tradição
bíblica.
O local, onde os palestinos afirmam que se
encontra o túmulo de um xeque local, foi cenário de confrontos no
passado, sobretudo durante a segunda Intifada (2000-2005).
O presidente palestino, Mahmud Abbas, condenou o incêndio do túmulo de José e chamou o ato de "irresponsável", segundo a agência oficial Wafa. Abbas "decidiu formar imediatamente uma comissão de investigação sobre o ato irresponsável cometido esta manhã no túmulo de José, e para reparar os danos causados por este gesto deplorável", afirma a agência.
Palestinos e israelenses se enfrentam há duas semanas em confrontos que deixaram 32 mortos e mais de mil feridos do lado palestino, e sete mortos e dezenas de feridos do lado israelense.
O presidente palestino, Mahmud Abbas, condenou o incêndio do túmulo de José e chamou o ato de "irresponsável", segundo a agência oficial Wafa. Abbas "decidiu formar imediatamente uma comissão de investigação sobre o ato irresponsável cometido esta manhã no túmulo de José, e para reparar os danos causados por este gesto deplorável", afirma a agência.
Palestinos e israelenses se enfrentam há duas semanas em confrontos que deixaram 32 mortos e mais de mil feridos do lado palestino, e sete mortos e dezenas de feridos do lado israelense.
A tensão aumentou na região devido ao
aumento no controle do acesso a ao complexo onde fica o Muro das
Lamentações a mesquita de al-Aqsa, um local em Jerusalém Oriental
considerado sagrado por judeus e muçulmanos. Palestinos temem que Israel
mude o acesso atual à mesquita, onde judeus podem visitar mas não podem
rezar, algo que Israel diz que não.
Fonte: G1
Nenhum comentário:
Postar um comentário