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domingo, 31 de janeiro de 2016

O desrespeito na Casa de Deus continua:

Paróquia São Jorge RJ, celebra missa com bateria de escola de samba. (Já não seria a Casa de Deus e sim uma casa de divertimentos mundanos?)


27.01.2016 -
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Neste sábado (23) a Paróquia São Jorge, na Praça da República do Rio de Janeiro, realizou uma missa diferente em homenagem ao santo com a apresentação especial de uma bateria de escola de samba.
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Os ritmistas da Estácio de Sá, escola do Grupo Especial do Carnaval do Rio, apresentaram o enredo deste ano que se chama “Salve Jorge! O guerreiro na fé”.
Para a Agência Brasil, o padre Wagner, vigário episcopal do Vicariato Urbano da região portuária e do centro do Rio, afirmou que a missa a São Jorge que antecedeu o carnaval foi uma celebração especial dedicada aos sambistas.
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O religioso que sempre celebra as missas do dia 23, dedicadas ao santo, chegou a declarar que o enredo da escola de samba presta um grande serviço à Igreja, mesmo sendo parte da “festa da carne”.
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Pela programação da missa, após a reunião religiosa os fiéis seguiriam os sambistas até a quadra da Estácio de Sá, também localizada no Centro do Rio, vestidos com abadás com a imagem de São Jorge.
Para evitar problemas com a Igreja Católica – como aconteceu em 1989 quando a igreja proibiu a escola de samba Beija-Flor de exibir a imagem do Cristo Redentor – a Estácio de Sá procurou a Arquidiocese do Rio para mostrar o enredo em homenagem ao santo católico.
Os integrantes da escola que participaram da missa, aproveitaram para pedir a benção no desfile deste ano. 

Com informações G1  via Gospel Prime

sábado, 26 de dezembro de 2015

O país islâmico que resolveu banir as celebrações de Natal:

Os cristãos que desobedecerem podem pegar 5 anos de prisão

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Cinco anos de cadeia: esta é a pena que um pequeno país muçulmano da ilha de Bornéu pode aplicar a quem cometer o crime de… celebrar o Natal!
O sultão da monarquia absolutista de Brunei, Hassanal Bolkiah (foto), de 67 anos, estabeleceu esta pena para quem for descoberto aderindo de algum modo às festividades natalinas, ainda que seja apenas mediante o envio de augúrios de Natal a parentes e amigos (The Telegraph, 22 de dezembro).
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Os não muçulmanos até podem celebrar o Natal no país, desde que seja apenas dentro das próprias comunidades e com a devida permissão das autoridades.
O Ministro de Assuntos Religiosos declarou que as medidas “antinatalinas” pretendem evitar “celebrações excessivas e abertas, que poderiam prejudicar a aqidah (fé) da comunidade muçulmana”. Dos 420.000 habitantes do país rico em petróleo, 65% são muçulmanos.
No início deste mês, um grupo de imãs divulgou mensagem aos fiéis islâmicos de Brunei advertindo contra celebrações “não ligadas ao islã”. Para eles, “os muçulmanos que seguem os atos daquela religião (o cristianismo) ou usam os seus símbolos religiosos, como a cruz, velas acesas, árvore de Natal, cantos religiosos, augúrios natalinos, decorações e sons que equivalham a respeitar aquela religião, vão contra a fé islâmica” (Borneo Bulletin).
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“Alguns podem achar que a questão é frívola, mas, como muçulmanos, (…) nós devemos evitar as celebrações de outras religiões para não influenciar a nossa fé islâmica”, arremataram.
Apesar das medidas intolerantes, não faltam residentes de Brunei que rejeitaram a proibição e postaram fotos natalinas nas redes sociais, usando a hashtag #MyTreedom (trocadilho com “tree“, árvore, e “freedom“, liberdade, em inglês).

Fonte: http://pt.aleteia.org
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Um Logotipo sincretista, maçônico e anticristão:

 O logo que simboliza o Jubileu da Misericórdia



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O nosso parceiro e amigo, Darwin Valenzuela nos enviou material novo que está revelando cada vez mais a natureza do precursor do Anticristo que permeia a igreja conciliar. É o aparecimento de "logo" que simboliza o Jubileu de misericórdia organizada por Decimejorge para o período que vai de 08 de dezembro deste ano, até 16 de novembro do próximo ano.
O logotipo foi publicado em muitos sites, incluindo este:
http://www.diocesismalaga.es/pagina-de-inicio/2014044089/el-ano-de-la-misericordia-ya-tiene-logo/
E então ele usa o "pequeno compêndio teológico de misericórdia", de acordo com Salvatore Fisichella:
O amigo Darwin analisou meticulosamente a ilustração, tirou várias conclusões interessantes e reveladoras, que adicionamos um  pouco da nossa observação. Nós traçamos os nossos resultados e destacamos a respectiva pendência que pensávamos necessário, sobre o logotipo oficial do Vaticano, como em algumas outras ilustrações acrescentar.
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A primeira coisa que você nota é o viés ecumênico da figura, que revela, entre outras coisas, no peito do quadro principal, idêntico do que é habitual em ministros protestantes...e também entre as "ministras"
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A aura do logotipo policromada nos faz lembrar de um turbante; não se sabe a que seita representa, embora não haja dúvida o estilo oriental deste elemento; embora seja semelhante à aura que o rodeia, por vezes, para a Divindade de Cristo, representando o Pai, do Filho e do Espírito Santo:
Nesta imagem, sugestivamente, eles aparecem apenas quatro grandes áreas de cor, o que significa uma alternância circular completa, assemelha-se a um turbante e não a aura divina do Redentor:
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Os pés da imagem principal atropela uma cruz, lembrando o rito maçônico do grau 29, que exige que o participante pisando um crucifixo com o pé esquerdo, depois à direita, com os braços no saltire e perguntando: " Esta cruz, símbolo de morte e destruição, fora do mundo"; em seguida, por favor brilhe a luz de Baphomet:
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Se virar a figura 45 graus no sentido horário, o olho maçônico aparece com o texto que forma a sobrancelha:
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Darwin, em seguida, recorda a Bem-Aventurada Virgem Maria no seu título de Nossa Senhora de Guadalupe; como é conhecida, quando os índios mexicanos viram pela primeira vez o tilma no manto de Juan Diego, caíram a seus pés imediatamente, porque eles foram capazes de ler os sinais de sua própria cultura na imagem do tilma.
Sabendo que o mal tudo imita parodiando o sagrado, pode ser claramente notado no logotipo,vários sinais referentes a adorações de ídolos na Índia.
Por estas seitas hindus há também uma trindade (Trimurti), que consiste em Brahma (o deus criador), Vishnu (o deus preservador) e Shiva (o deus destruidor). Estas seitas hindus também acreditam em uma deusa do sexo feminino chamada Kali, um dos consortes de Shiva, mulher selvagem, sangrenta e incontrolável e viciosa, domada apenas pelo seu cônjuge, embora muitas vezes representada precisamente depravadamente dançando sobre o memso Shiva.
No logotipo do Jubileu, você pode ver uma figura semelhante a frenética dança de Kali, observando as pernas da imagem principal:
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A Trindade demoníaca também pode se ver representada em:
1. Os três olhos com a imagem equivalente à característica básica dos mais poderosos ídolo desta trindade, Shiva, o Destruidor:
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Como mostrado nesta última ilustração, Shiva também mostra uma cobra enrolada no pescoço, no logo seria representada pelo homem em torno do gargalo da imagem principal.
2. A imagem tem um par de cabeças fundidas, o equivalente a Brahma, que tem várias cabeças:
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Ou como o deus do fogo da mesma mitologia hindu, Agni:
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3. A imagem tem quatro braços; seu equivalente é Vishnu:
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Quanto à "liberdade", religiosa  promovida pelo CVII e repotenciação quase ao limite pelo nosso infeliz companheiro, pode ser visto o símbolo do Islã, a lua crescente na coxa direita da imagem principal:
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Vista de uma cúpula islâmica, o símbolo da lua crescente, semelhante ao logotipo da misericórdia bergogliana:
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Também tinha que estar presente no logotipo algo a que se refere a deserção dos homens da Igreja nos últimos tempos; são os três círculos de rave decorrente do pré-modernista apóstata Jacinto Loyson (aqui). Na apresentação do logotipo, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o arcebispo Fisichella, mencionado como parte da imagem como uma amêndoa, mas este número usado repetidamente no imaginário católico, consiste em uma única marquise elíptica, e não três áreas de sobreposição como nesse caso.
Isto é, a mandorla é uma elipse (analogable perímetro de um círculo) e não uma forma oval (plano delimitado pela elipse, um círculo analogable). Aqui estão as três ovais (círculos) são uma clara referência ao renegado francês:
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Certamente há outras coisas que podem escapar ou, se o estilo das referências acima, seria um pouco remoto tentar representar; por exemplo, a dobra central da túnica, semelhante ao símbolo usado em todas as missões Apollo, de significância indeterminada:
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Existem outras coisas mais, como a extremidade do garfo do apêndice nasal de ambas as faces, a forma triangular de cada uma das quatro feridas, barba em forma de coração, formas de ombros de homem incomum, e  talvez algumas outras partes do desenho. O logotipo projetado para o  Jubileu de misericórdia é tão grotesco quanto tentar ser enigmático, e os sinais contraditórios não parece casual, tanto em número e variedade e identidade com oculto, maçônico, simbologia idólatra e demoníaca.
O mesmo se aplica ao registo periférico, na ausência do Latin, foi descartada a verdadeira linguagem da Igreja, foi expressa em Inglês, a língua dos negócios e da internacionalização.
Será que eles querem apresentar uma verdadeira imagem da Divina Misericórdia, com o seu respectivo registro, e escrito em vários idiomas? Não há necessidade de procurar muito; Aqui está:
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Todas as representações incorporadas no logotipo característico da misericórdia de Decimejorge, bem como as atuais e antigas crenças refletidas e mitológicas personagens para que eles se referem, são associação e expressão de demônios reais:
Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa?
Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. (I Coríntios X, 19-20).
O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. (I Timóteo IV, 1).
Coisas assim nada espero de uma Igreja apóstata e anticristica, que chafurda em paródia e diabolicamente distorce a verdade para arrastar-nos para a perdição eterna.
Preste atenção para se abrigar na verdadeira  Divina Misericórdia, indescritivelmente aninhado no Imaculado Coração de Maria; rezemos a ela para a nossa proteção e nos ajude manter firmes neste último combate da história. (tradução Google)

Fonte:https://radiocristiandad.wordpress.com/2015/05/14/un-logo-sincretista-masonico-y-anticristiano

Via: http://www.sinaisdoreino.com.br

A rebelião final contra Deus continua: Presépio com a Sagrada Familia na forma de zumbi gera protestos nos EUA

 A presença de zumbis na cultura pop tem crescido muito nos últimos anos. Seriados de sucesso como The Walking Dead e Guerra dos Tronos apresentam suas próprias versões de como seria se os mortos voltassem à vida.
Duas notícias distintas nos Estados Unidos esta semana mostram como o que é uma brincadeira para alguns pode ser ofensa religiosa para muitos outros.
Os brinquedos do “Presépio Zumbi” foram colocados a venda na época do Halloween e inicialmente não chamaram muita atenção. As peças do brinquedo mostram um anjo, um burro e as figuras de José, Maria e Jesus como mortos-vivos, em parcial decomposição. As asas do anjo são mais usadas para caracterizar demônios e o menino Jesus tem parte do cérebro a mostra.
Criação da NerdTalk Brinquedos, este colecionável foi criado pelos amigos Ashley Gojic (ateia) e Justin Contre (católico). Mas eles afirmam que não se trata de uma provocação aos cristãos. “Temos o mesmo senso de humor,” resume Contre, 33.
Gojic, 26 anos, afirma que durante mais de um ano tentou lançar o produto, mas como não encontrou nenhuma empresa interessada, lançou a ideia em um site de crowdfunding e conseguiu não só dinheiro, mas também muita atenção de sites cristãos que condenaram veementemente a ideia
Kelly Baker, autor do livro “The Zombies Are Coming!”, cujo subtítulo é “As realidades do Apocalipse Zumbi na cultura americana”, afirma que a ideia toda por trás do conceito de mortos-vivos é religiosa.
“Os zumbis sugerem que a vida após a morte não é o que a maioria dos cristãos imagina que ela seja. Eles ressuscitam, mas são apenas corpos sem alma. Se a ressurreição de Jesus representa a esperança e a promessa da vida eterna, os zumbis são uma inversão disso. A esperança se foi, e a vida eterna é andar por aí como um cadáver atrás de cérebros”.
Ao mesmo tempo em que surgiu o debate na internet por causa do brinquedo, um homem no estado do Ohio montou em seu gramado um presépio com figuras em tamanho real.
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A temática também é de zumbis, e o menino Jesus mais parece um vampiro. Um detalhe chama atenção, a estrela de Belém, na verdade é um pentagrama (símbolo satanista).
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Jasen Dixon conta que ano passado seus vizinhos se opuseram ao ato e fizeram queixa na prefeitura, que obrigou a retirar as peças da frente de sua casa. Este ano ele voltou a exibi-las e se queixa do cerceamento de sua liberdade de expressão. Uma nova queixa foi feita e a prefeitura promete multá-lo pois ele se recusou a tirar as figuras do pátio.
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Contudo, este ano ele tem recebido apoio de pessoas que consideram apenas uma “brincadeira”. Para os cristãos, as figuras do presépio representam algo que está no centro de sua fé: a chegada do salvador. Diferentemente dos zumbis, ele morreu, mas sua ressurreição não lhe deu um instinto assassino. Pelo contrário, lhe deu um corpo glorificado e o poder de salvar. 
Com informações de Religion News e Local 12 

Fonte: via Gospel Prime

sábado, 5 de dezembro de 2015

São João Bosco: Quem foi Maomé, fundador do islamismo, e como fez para espalhar suas crenças, conseguir adeptos e atacar a Terra Santa, a Cristandade e a todos os que não pensavam como ele


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Em sua renomeada obra “História Eclesiástica”, Dom Bosco (1815 – 1888) nos ensina quem foi Maomé, fundador do islamismo, e como fez para espalhar suas crenças, conseguir adeptos e atacar a Terra Santa, a Cristandade e a todos os que não pensavam como ele.
Com linguagem didática, o santo educador nos expõe brevemente toda a verdade básica sobre o Islã.
Maomé e sua religião.
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“Nasceu este famoso impostor em Meca, cidade da Arábia, de família pobre, de pai gentio e mãe judia.
Errando em busca de fortuna, encontrou-se com uma viúva negociante em Damasco, que o nomeou seu procurador e mais tarde casou-se com ele.
A religião que pregava era uma mistura de paganismo, judaísmo e cristianismo. Ainda que admita um só Deus, não reconhece a Jesus Cristo como filho de Deus, mas como seu profeta.
Como dissesse com jactância que era superior ao divino Salvador, instavam com ele para que fizesse milagres como Jesus fazia; porém ele respondia que não tinha sido suscitado por Deus para fazer milagres, mas para restabelecer a verdadeira religião mediante a força.
Ditou suas crenças em árabe e com elas compilou um livro que chamou Alcorão, isto é, livro por excelência; narrou nele o seguinte milagre, ridículo em sumo grau.
Diz no Alcorão: “Sim, aqueles que dizem Deus é o Messias, filho de Maria, são ímpios” (V, 72). (referindo-se a Jesus)
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Disse que tendo caído um pedaço da lua em sua manga, ele soube fazê-la voltar a seu lugar; por isso os maometanos tomaram por insígnia a meia lua.
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Sendo conhecido por homem perturbador, seus concidadãos trataram de dar-lhe morte; sabendo disto o astuto Maomé fugiu e retirou-se para Medina com muitos aventureiros que o ajudaram a apoderar-se da cidade.
Esta fuga de Maomé se chamou Egira, isto é, perseguição; e desde então começou a era muçulmana, correspondente ao ano 622 de nossa era.
O Alcorão está cheio de contradições, repetições e absurdos. Não sabendo Maomé escrever, ajudaram-no em sua obra um judeu e um monge apóstata da Pérsia chamado Sérgio.
Como o maometismo favorecesse a libertinagem teve prontamente muitos sequazes; e como pouco depois se visse seu autor à frente de um formidável exército de bandidos, pode com suas palavras e ainda mais com suas armas introduzi-lo em quase todo o Oriente.
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Maomé depois de ter reinado nove anos tiranicamente, morreu na cidade de Medina no ano 632”.
Fonte: São João Bosco, “Storia Ecclesiastica ad uso della gioventù utile ad ogni grado di persone”, 4ª ed. melhorada, Turim, Tipografia do Oratorio de San Francesco de Sales, 1871. 


Via www.abim.inf.br

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A rebelião final contra Deus continua: Polêmica na Itália por exposição blasfema de um crucifixo submerso em urina

A PROFECIA DA SAGRADA ESCRITURA SE CUMPRE:
"Sabei antes de tudo o seguinte: nos últimos tempos virão escarnecedores cheios de zombaria, que viverão segundo as suas próprias concupiscências". (2 Pd 3, 3)

Itália e a exposição blasfema de um crucifixo submerso em urina.

A obra blasfema “Piss Cristo” (Urina Cristo), do autor americano Andrés Serrano, despertou grande polêmica na Itália ao anunciar sua exposição na Bienal Internacional de Fotografia Photolux, na cidade de Lucca. Depois de mais de 30 mil assinaturas e críticas de diversos setores políticos, os organizadores decidiram retirar a controvertida obra.
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O trabalho de Serrano consiste em uma fotografia na qual se observa um pequeno crucifixo submerso em um recipiente com a urina do autor.
A exposição Photolux, patrocinada pelo Ministério de Bens Culturais da Itália e programada para ser inaugurada no dia 21 de novembro, pretendia incluir a fotografia de Serrano no marco do tema deste ano: “Sacro e profano”.
Fabio Rampelli, deputado italiano pelo partido ‘Fratelli d'Itália-Aliança Nacional’, qualificou a exposição de “abominável”, e lamentou que o Ministério de Bens Culturais da Itália fosse patrocinar “uma ofensa ao sentimento religioso dos italianos”.
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(“De Deus não se zomba! O que o homem semeia, isso mesmo colherá". Gálatas 6,7)
“Estamos em um estado laico, mas o sentimento religioso não pode ser objeto de ofensa”, assinalou Rampelli.
Por sua parte, o jornalista italiano Mario Adinolfi criticou que ao mesmo tempo que se admite mostras blasfemas como esta, em uma escola de Florência recentemente autoridades proibiram que um grupo de crianças realizasse uma mostra que viria a ser chamada “Beleza divina”. A proibição deveu-se ao fato que a mesma “perturbaria os não católicos”.
A ação contra a fotografia de Serrano foi liderada pela plataforma CitizenGO que reuniu mais de 32 mil assinaturas pedindo a retirada do patrocínio do ministério ao evento com a exposição blasfema.
Embora tenha expresso relutância, o presidente e diretor artístico da Photolux, Enrico Stefanelli, anunciou neste 15 de novembro em um comunicado que a obra blasfema “Piss Cristo” não formaria parte da exposição, pois é “consciente de que esta fotografia toca muito fortemente os sentimentos de muitas pessoas e de muitos cristãos”.


Fonte: ACI via www.sinaisdoreino.com.br

domingo, 1 de novembro de 2015

Católicos argentinos protegeram a catedral de Mar del Plata assaltada pela intolerância dos sodomitas LGBT

Uma longa coluna de feministas, militantes LGBT e de partidos de extrema esquerda tentou profanar a bela catedral da cidade de Mar del Plata na Argentina.
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Uma longa coluna de feministas, militantes LGBT e de partidos de extrema esquerda tentou profanar a bela catedral da cidade de Mar del Plata na Argentina, informou a imprensa argentina.
O sacrílego atentado foi evitado corajosamente por jovens católicos da cidade. A coluna agressora fazia parte do XXX Encuentro Nacional de Mujeres, assembleia que se reúne todos os anos em diferentes cidades financiada pelo governo nacionalista bolivariano de Cristina Kirchner.
Os manifestantes vinham depredando casas e lojas e pichando-as com dizeres expressivos como “nem pátria nem patrão” além de palavrões e slogans pelo aborto.
Segundo os jornais portenhos, após as 22 horas do dia 11 de outubro em meio às festividades de Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, a coluna se afastou do percurso aprovado pelas autoridades e partiu para o assalto da catedral.
Mas, os jovens católicos estavam ali prevendo a tentativa sacrílega. Ela já tinha sido tentada outros anos em edições de dito Encontro, mas os católicos das respectivas cidades conseguiram impedi-lo.
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Homens e mulheres do Partido Revolucionário Marxista Leninista e diversas agrupações feministas, abortistas e LGBT iniciaram as violências. Proferindo horríveis blasfêmias, insultando aos católicos que rezavam em pé nos degraus da catedral e atrás de uma bela grade que delimita o terreno sagrado.
Algumas das mulheres se despiram e exibiram seus bustos nus pichados com dizeres ofensivos e blasfemos.
Os militantes da Revolução Cultural jogavam pedras, garrafas, rojões e lixo contra os católicos. Os homens notadamente, após muito trabalho conseguiram derrubar boa parte de grade da catedral.
Mas os católicos resistiram firmemente e os invasores não puderam atingir o prédio sagrado.
A polícia e a tropa de choque da Infantaria Naval, corpo ativo nessa cidade porque é um porto importante, demorou em chegar e teve que travar uma verdadeira batalha campal contra os baderneiros enfurecidos.
Pelo menos 16 deles foram presos por “danos e resistência à autoridade” e seis das feministas furiosas terminaram machucadas.
O secretario da Segurança, Fernando Telpuk, e outros representantes do setor do governo defensor dos Direitos Humanos e dirigentes do partido nacionalista pro-socialista de Cristina Kirchner, compareceram no local, aparentemente mais para garantir os agressores do que aos agredidos.
Para as líderes das agitadoras foi uma inciativa “pacifica” a de se despirem provocativamente exibindo os bustos pichados, e sujar os prédios vizinhos pois “é uma tradição” do movimento.
Para elas, o crime máximo seria dos católicos acusados de “ultradireita”. Também a polícia foi vituperada pelas ativistas LGBT que reclamavam mais aborto e o fim de um supostamente generalizado crime de “feminicído”, que na hora só servia de pretexto fantasioso.
A polícia denunciou que os agitadores jogaram até excrementos humanos contra as forças da ordem que revidaram com gás lacrimogêneo, bombas de fumaça e balas de goma.
O furor critianofóbico avança de mãos dadas com a esquerda política. Mas quando encontra no caminho católicos determinados a defender sua fé e a Igreja, acaba sendo frustrado.
Os católicos não têm os recursos materiais de que dispõem as esquerdas amparadas pelos governos populistas amigos do PT, mas têm algo que vale muito mais: o apoio do Céu. E com isso e seu sacrifício pessoal podem estar certos da vitória.


Fonte: http://ipco.org.br

sábado, 17 de outubro de 2015

Palestinos incendeiam local venerado por judeus na Cisjordânia, o túmulo de José, um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos e levado ao Egito

Dezenas de palestinos incendiaram nesta sexta-feira (16) o túmulo de José, um local venerado pelos judeus em Nablus, norte da Cisjordânia ocupada, anunciaram a polícia palestina e o exército de Israel.
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Os palestinos lançaram bombas incendiárias contra o local de peregrinação para os judeus. O ataque provocou graves danos.
Para os judeus, o local atacado é o túmulo de José, um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos e levado ao Egito, de onde seu corpo foi trasladado segundo a tradição bíblica.
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O local, onde os palestinos afirmam que se encontra o túmulo de um xeque local, foi cenário de confrontos no passado, sobretudo durante a segunda Intifada (2000-2005).

O presidente palestino, Mahmud Abbas, condenou o incêndio do túmulo de José e chamou o ato de "irresponsável", segundo a agência oficial Wafa. Abbas "decidiu formar imediatamente uma comissão de investigação sobre o ato irresponsável cometido esta manhã no túmulo de José, e para reparar os danos causados por este gesto deplorável", afirma a agência.

Palestinos e israelenses se enfrentam há duas semanas em confrontos que deixaram 32 mortos e mais de mil feridos do lado palestino, e sete mortos e dezenas de feridos do lado israelense.
A tensão aumentou na região devido ao aumento no controle do acesso a ao complexo onde fica o Muro das Lamentações a mesquita de al-Aqsa, um local em Jerusalém Oriental considerado sagrado por judeus e muçulmanos. Palestinos temem que Israel mude o acesso atual à mesquita, onde judeus podem visitar mas não podem rezar, algo que Israel diz que não.

Fonte: G1

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Profanação na Igreja de Cristo



Este Ano será marcado em todo território Brasileiro, com a profanação na Igreja Católica Romana. Jesus como Rei, não merece isso!!! Carnaval é festa da Carne, de Momo, de Baco. Esses que profanam, adoram a Lúcifer! 


Ass.: MC Guerreiro.

A Nova Igreja imaginada pelo Cardeal Marx:

Nela haverá espaço para os casamentos gays, os divorciados recasados e as exigências de mudanças na doutrina dos sacramentos-

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O Cardeal Reinhard Marx, [FOTO] presidente da Conferência Episcopal Alemã, concedeu no dia 22 de janeiro uma entrevista à revista “America”, dos jesuítas norte-americanos, na qual expressa suas esperanças em relação ao Sínodo da Família de outubro de 2015, bem como manifesta a sua visão da Igreja.
Dessa entrevista receberam especial destaque da mídia alemã as passagens referentes aos divorciados recasados e aos homossexuais. Assim, o jornal “Süddeutsche Zeitung” publicou uma reportagem intitulada “Os homossexuais estão também dentro”,
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Enquanto o “Nordbayerische Kurier” dava à sua matéria o título de “Marx a favor de uma via de reforma para os divorciados recasados”.
Esses temas são atualmente os mais importantes para os assim chamados católicos reformistas, que lutam por uma adaptação da doutrina da Igreja Católica às máximas do movimento de Maio de 1968 na França.
Contudo, na sua entrevista para a revista “America”, o Cardeal Marx não se limitou de Agencia Boa Imprensamodo algum a esses temas, mas precisou e atualizou outras exigências do catolicismo reformista. Com isso ele se coloca na cabeça de um movimento que, no máximo de cinco anos a esta parte, por ocasião dos escândalos de abusos sexuais, vem defendendo publicamente e de modo cada vez mais claro e ruidoso seus pontos de vista, segundo os quais a Igreja deveria arrasar drasticamente as suas estruturas, e o Magistério eclesiástico adaptar-se ao estilo de vida hodierno.
 
Cardenal Marx, um reformista
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O assim chamado “Caso Tebartz van Elst” [sobrenome do bispo de Limburg, que foi demitido por ter renovado o palácio episcopal com gastos julgados excessivos pelo Papa Francisco, (embora muitos admitam que esse foi apenas um pretexto)] representou no ano passado uma ocasião propícia aos católicos liberais para a propaganda de sua agenda. Supostamente para evitar no futuro “situações como as de Limburg”, seria preciso fazer agora uma nova definição do múnus episcopal e discutir pura e simplesmente o papel da Hierarquia eclesiástica.
Na verdade, trata-se de uma visão inteiramente nova do que é a Igreja, e que fica muito patente na entrevista do Cardeal Marx concedida à revista “America”. Assim ele se exprime: “A Igreja pode mostrar ao mundo que não é um instrumento para si mesma, mas que pode sê-lo para a unidade da nação e do mundo.” Segundo Marx, a Igreja não deveria ser uma Igreja narcisista, uma Igreja do medo.
O Cardeal Marx demonstra também compreensão para com as parcerias homossexuais, os “casamentos selvagens”, os divorciados recasados e as exigências de mudanças na doutrina dos sacramentos. Em qualquer caso, para ele não está claramente definido o que a Igreja Católica ensina em matéria de casamento e família.
Uma Igreja de leigos, não guardiã da verdade
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"E, QUEM SOU EU PARA JULGAR"
O Cardeal Marx é a favor de uma desclericalização do poder na Cúria Romana. Desta forma os leigos deveriam assumir a direção de importantes secretarias, até mesmo a presidência de Conselhos, Congregações (portanto, dos ministérios vaticanos) e demais unidades administrativas. No âmbito dessas reformas estruturais, as mulheres deveriam ter a preferência. Dever-se-ia afinal reconhecer que a “emancipação das mulheres” é um dos “sinais dos tempos”. A Igreja deveria agora levá-la adiante. (O conceito de “emancipação da mulher” provém do arsenal de conceitos da política social esquerdista e tem como fundamento a ideologia da luta de classes).
Nessas declarações fica claro que a Igreja não é vista pelos católicos reformistas liberais primariamente como guardiã da verdade, mas como local de encontro, onde se reúnem todos os homens, pouco importando o que eles são. Para que isso possa dar certo, a Igreja precisa adaptar-se ao espírito do tempo e, tanto quanto possível, ter as fronteiras abertas. As fronteiras entre o católico e o não-católico devem ser apagadas — porém não de modo tão radical que chegue a ameaçar a arrecadação do imposto eclesiástico. E, de novo, para consegui-lo, impõe-se uma debilitação do múnus sacerdotal e episcopal.
Numa Igreja assim, a verdade e a fidelidade ao Evangelho não podem estar no centro. Isso não é dito expressamente, porém é a consequência forçosa.  Pois, para que a verdade possa estar armada contra contínuos ataques, ela precisa estar apoiada hierarquicamente no fundamento do sacramento da ordem.
Um tecido disforme, pós-estruturalista
Se este processo perdurar, ele dará lugar a um tecido de dioceses e paróquias sem delimitações territoriais fixas. A decisão ficaria nas mãos de grêmios pseudo-democráticos e de figuras carismáticas que apresentam um estilo de vida não mais ligado a verdades de fé firmemente definidas.
A Igreja teria então uma aparência análoga à da sociedade utópica pós-estruturalista sonhada pelos revolucionários de 1968.
Por Mathias von Gersdorff: publicista de renome na Alemanha, colaborador da Agência Boa Imprensa — Correspondente em Frankfurt.

Fonte: http://www.abim.inf.br