O Vaticano promove a rejeição de Jesus como Messias Salvador e dá um grande passo para ascensão do anticristo. Francisco, falso profeta, acabou de acelerar esse processo
Artigo do site http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br
O Vaticano emitiu um decreto inibindo os católicos de converter os judeus à fé em Jesus Cristo.
(O cardeal Kurt Koch, a
direita, ao lado do rabino David Tosen falam sobre documento sobre
relações judaico-cristãs, no Vaticano)

Para além disso, os católicos romanos são convidados também a combater o anti-semitismo, juntamente com o povo judeu.
Para além da proibição de "evangelizar"
os judeus, o chefe católico reafirma o facto de o cristianismo e o
judaísmo estarem interligados, enfatizando que Deus nunca anulou a Sua
aliança com o povo judeu.
Segundo o documento emitido pela
"Comissão para as Relações Religiosas com os Judeus", "A Igreja
(católica romana) é portanto obrigada a ver a evangelização dos judeus,
que crêem no Deus Único, de forma diferente da dos povos de outras
religiões e de diferentes cosmovisões."
O documento refere também que os
católicos romanos devem ser particularmente sensíveis ao significado que
o Shoah tem para os judeus. Shoah é a palavra hebraica para
"Holocausto." O documento enfatiza a obrigação de "fazer-se tudo o que
for possível com os nossos amigos judeus para repelir as tendências
anti-semitas."
"Um cristão nunca pode ser um anti-semita, especialmente por causa das raízes judaicas do cristianismo" - afirma o documento.
Este documento coincide com o 50º
aniversário de uma revolucionária declaração do Vaticano que repudiava o
conceito da culpabilidade colectiva do povo judeu por causa da morte de
Jesus, tendo na altura lançado um debate teológico que os
tradicionalistas rejeitaram.
O documento conclui com esta controversa
declaração: "Em termos concretos, isto significa que a Igreja Católica
nem dirige nem apoia qualquer missão específica institucional
direccionada aos judeus."
"OS JUDEUS NÃO PRECISAM DE CRISTO PARA SEREM SALVOS"
A gravidade desta nova heresia,
inspirada por Satanás, alega que "ainda que os judeus não possam
acreditar em Jesus Cristo como o Redentor universal, eles têm parte na
salvação, pois que os dons e a chamada de Deus são irrevogáveis."
Um perito do Vaticano no diálogo
católico-judaico afirmou que esta foi a primeira vez que o repúdio à
conversão activa de judeus foi tão claramente afirmado num documento do
Vaticano.
ESTA É UMA TRÁGICA FORMA DE ANTI-SEMITISMO
Para além de algumas questões positivas
deste documento, especificamente na condenação do anti-semitismo e o
respeito pelo Shoah, percebe-se aqui mais um avanço para a plataforma
necessária à ascensão do falso profeta, um papel que este actual chefe
católico parece cada vez mais pretender assumir.
Ao proibir o anúncio da Pessoa de Jesus,
o verdadeiro Messias de Israel, como Salvador do povo judeu, o Vaticano
está a provocar um verdadeiro e trágico anti-semitismo, uma vez que a
melhor forma de amar o povo judeu é transmitir-lhe o anúncio da Vinda e
Obra redentora do seu Messias, o judeu Yeshua, filho de David e
descendente da tribo de Judá.
(Francisco orando junto ao muro das lamentações)

Negar-lhes este anúncio e a
possibilidade de O conhecerem é a pior forma de anti-semitismo que se
pode conceber. A Bíblia afirma que Jesus veio "para salvar o Seu povo
dos seus pecados."
Foi o próprio Saulo, um fanático judeu
convertido a Yeshua, e que se tornou no mais zeloso evangelista entre o
seu próprio povo, quem afirmou: "O Evangelho (as Boas Novas da salvação e
do perdão de pecados no Messias Jesus)...é o poder de Deus para a
salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu, e também do gentio."
- Romanos 1:16.
E é ele mesmo quem pergunta: "...Como
crerão n'Aquele de Quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem
pregue (o Evangelho)?" - Romanos 10:14
UM GIGANTESCO PASSO PARA A ASCENSÃO DO ANTICRISTO
Esta negação da necessidade da crença em
Jesus para salvação dos judeus é tudo aquilo que os rebeldes filhos de
Abraão esperavam. É mais um passo para a rejeição de Jesus como Messias
Salvador e uma promoção do esforço anti-missionário realizado pelos
judeus ortodoxos em Israel e em outras comunidades judaicas pelo mundo
fora.
Esta declaração do Vaticano é também um
verdadeiro passo para o ecumenismo, em que as crenças deixam de ter
qualquer valor, desde que se promova o diálogo, o "amor" e a compreensão
entre os povos. Só que, ao pretender tornar desnecessária a crença em
Jesus como único Redentor, está-se a condenar o povo judeu à ignorância
da Verdade, à incredulidade, e por fim à morte eterna, a separação de
Deus.
É que o facto de ser-se judeu e até
praticar todos os ritos e rituais religiosos de nada adianta, a menos
que se reconheça Yeshua, Jesus de Nazaré como o verdadeiro Messias
Redentor e Salvador, tanto de judeus como de gentios.
Este foi de facto um grande
passo no caminho para a ascensão do Anticristo. Cumprindo exemplarmente o
papel de falso profeta, este actual chefe do catolicismo romano acabou
de dar o abraço da morte ao povo judeu, um processo irreversível e
necessário para a ascensão do falso Messias, o "Anticristo", aquele que
será aceite pelo povo hebreu como o verdadeiro.
E este falso profeta acabou de acelerar esse processo.

Mas, tal como o apóstolo judeu
Jacob afirma: "A fonte de água salgada não pode dar água doce." (Tiago
3:12). Neste caso, a fonte é demasiado inquinada para dar alguma espécie
de água saudável...Shalom, Israel!
Enviado pela amiga Kátia - Caxias do Sul RS
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