Só sobrou metade da casa de
Raquel Bernardo, professora de inglês que mora na linha Monte Alegre, em
Chapecó, localidade atingida por um possível tornado no final da tarde
de quinta-feira. O telhado foi embora, junto com a parte da frente da
casa. De fora é possível ver os móveis que ficaram e as pessoas
circulando tentando cobrir e salvar o que não foi danificado pela chuva.
Raquel conta que estava passando roupa
quando viu uma árvore na frente da casa se retorcendo com o vento, de
forma diferente de quando ocorrem temporais.
— Achei estranho, fui olhar e começou a estralar tudo — relatou.
Ela correu para o banheiro, que é a única peça de alvenaria da casa e lá viveu momentos de desespero em virtude do forte barulho.
— Parecia um avião passando, estralava tudo, o banheiro começou a tremer e pensei que ia morrer – disse.
Raquel disse que começou a gritar e implorar a Jesus por sua vida.
— Achei estranho, fui olhar e começou a estralar tudo — relatou.
Ela correu para o banheiro, que é a única peça de alvenaria da casa e lá viveu momentos de desespero em virtude do forte barulho.
— Parecia um avião passando, estralava tudo, o banheiro começou a tremer e pensei que ia morrer – disse.
Raquel disse que começou a gritar e implorar a Jesus por sua vida.
Quando o vento acalmou ela saiu do banheiro viu um clarão. Sua casa não tinha mais telhado e nem algumas paredes.
— Comecei a gritar, pedir por socorro, parecia um pesadelo — lembrou.
Naquele momento seu marido, Cássio Bernardo, que estava no centro da cidade, num supermercado, ligou para pedir se ela precisava de algo.
Raquel contou para o marido que a casa tinha sido destruída mas disse para ele não voltar para casa, pois o vendaval ia em direção ao caminho que ele passaria.
Cássio imaginou que sua mulher poderia estar ferida e correu para casa.
— Voltei e a estrada estava toda trancada, daí deixei o carro numa altura e fui correndo para casa — relatou.
Cássio ainda agradeceu aos céus pelos quatro filhos estarem na casa da avó, no momento. Pelo menos eles não viveram o trauma pelo qual a mãe passou.
Raquel dormiu fora de casa e disse que não quer mais ficar numa casa de madeira, pois não se sentiria mais segura.
— Comecei a gritar, pedir por socorro, parecia um pesadelo — lembrou.
Naquele momento seu marido, Cássio Bernardo, que estava no centro da cidade, num supermercado, ligou para pedir se ela precisava de algo.
Raquel contou para o marido que a casa tinha sido destruída mas disse para ele não voltar para casa, pois o vendaval ia em direção ao caminho que ele passaria.
Cássio imaginou que sua mulher poderia estar ferida e correu para casa.
— Voltei e a estrada estava toda trancada, daí deixei o carro numa altura e fui correndo para casa — relatou.
Cássio ainda agradeceu aos céus pelos quatro filhos estarem na casa da avó, no momento. Pelo menos eles não viveram o trauma pelo qual a mãe passou.
Raquel dormiu fora de casa e disse que não quer mais ficar numa casa de madeira, pois não se sentiria mais segura.
Fonte: Diário Catarinense
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