A Nova Era está invadindo todas as áreas da atividade humana e, como seu principal objetivo é a destruição da fé cristã
Religião do sentimento: O Céu fácilMas, Jesus não prometeu um Céu fácil.
TODOS OS CAMINHOS (religiões) LEVAM A DEUS?
TAMBÉM DIRÁ: QUEM SOU EU PARA JULGAR.
“A ideologia subjacente da Nova Era é
francamente pagã, e inclui as seguintes ideologias e filosofias: o
panteísmo, o sincretismo, monismo, o gnosticismo, teosofia, esoterismo,
ocultismo, relativismo moral e prático, o subjetivismo,
reencarnacionismo, idolatria, misticismo oriental, o materialismo, o
hedonismo e igualdade das religiões”.
É lamentável confundir a verdadeira
religião com expressões corporais, gestuais e expressões rítmicas: “a fé
não é um sentimento religioso cego que emerge das profundezas do
subconsciente, mas, o impulso do coração e o movimento da vontade
moralmente informada, um verdadeiro assentimento da inteligência à
verdade adquirida extrinsecamente, assentimento pelo qual cremos
verdadeiro, a causa da autoridade de Deus, cuja verdade é absoluta, tudo
o que tem sido dito, testemunhado e revelado pelo Deus pessoal, nosso
Criador e Senhor”
Existem dois elementos essenciais para compreender a essência da religião católica:
Primeiro: movidos pelo Espírito Santo em
todos os tempos e em todas as culturas, os cristãos têm de ir
realizando o plano de Deus, isto é, continuar e melhorar a obra da
criação e da redenção.
Apesar das dificuldades, Deus nos tem
associado à sua obra, neste sentido, Deus precisa de nós, o homem é como
a providência visível de Deus.
Jesus não prometeu um Céu fácil:
“Nem todo aquele que me diz:
'Senhor, Senhor', entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a
vontade de meu Pai celeste” (Mateus 7, 21). Então disse Jesus aos seus
discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua
cruz e siga-Me pois quem quiser salvar a sua vida perde-la-á; e quem
perder a sua vida por minha causa encontra-la-á” (Mateus 16, 24-25),
três condições desafiadoras para todos, “e eu lhe darei a minha alegria”
(João 17, 13); “Terás o que pedir” (Marcos 11, 24) “Meu Pai deve
assegurar que nada lhes falte” (6, 33).
De várias maneiras, como no Antigo
Testamento, Deus condenou através de seus profetas as falsa religiões,
das pessoas que vivem à margem de seus mandamentos;
“De que me serve a mim a multidão das
vossas vítimas?, diz o Senhor. Já estou farto de holocaustos de
cordeiros e da gordura de novilhos cevados. Eu não quero sangue de
touros e de bodes.
Quando vindes apresentar-vos diante de mim, quem vos reclamou isto: atropelar os meus átrios?
De nada serve trazer oferendas; tenho
horror da fumaça dos sacrifícios. As luas novas, os sábados, as reuniões
de culto, não posso suportar a presença do crime na festa religiosa.
Eu abomino as vossas luas novas e as vossas festas; elas me são molestas, estou cansado delas.
"Cessai de fazer o mal, aprendei
a fazer o bem. Respeitai o direito, protegei o oprimido; fazei justiça
ao órfão, defendei a viúva” (Isaías 1, 11-17).
Schleiermacher, foi o criador da teoria de que a religião é um sentimento íntimo de identidade entre o homem e Deus.
“A religião que descreve Schleiermacher
pretende mais do que qualquer coisa, ser conciliadora. É feita para
conciliar os mundanos com a fé e para reconciliar todas as confissões ao
redor da essência do cristianismo. Para isso, a Schleiermacher basta
referir-se a seus mestres; Kant e Hegel. Do primeiro toma as ideias
imanentistas que opõem o mundo exterior incognoscível e a consciência
individual, rainha e centro de tudo conhecido. Esta atua como juiz
último da fé, pois uma religião só é verdadeira, quando satisfaz as
tendências naturais do homem. Schleiermacher endossa a ideia de Kant de
que as doutrinas e ritos da Igreja são puros símbolos, sem significado
intelectual, mas válido, no entanto, como princípios de vida por seu
elemento interior e moral. Hegel também deixa sua marca em nosso teólogo
do Romantismo. De acordo com as doutrinas de Hegel, dogmas são apenas
símbolos aproximativos; mas, além e acima deles deve está a ideia; e
esta, uma vez alcançada, deixa de ser subjetiva e se torna objetiva”
.
Jesus exige renuncias graves, para acompanhá-Lo em seu caminho.
Pede substancialmente uma vida
de caridade par com os irmãos, requer a observância dos 10 Mandamentos,
deseja uma vida de intimidade com o Pai, chama de filhos do diabo quem
não ouvi a Sua Palavra ou não a cumprem uma vez escutada, obriga todos
a carregar sua própria cruz, que está longe de ser uma vida cheia de
caprichos e prazeres, condena qualquer pessoa que comete injustiça e não
tem a intenção de reparar, no entanto, “a religião do sentimento” não
fala de Cristo como Mestre e Rei. pois. de outra forma não poderia
oferecer os benefícios e os presentes que não têm nada de ordem
espiritual, uma vez que não incentiva a virtude, mas, a devassidão.
Uma religião fácil também
oferece Céu fácil, ampliou tanto este caminho pedregoso e austero, que
até os viciosos podem entrar no Reino, já que um fim digno do homem deve
ser espiritual, isto é, verdade, beleza e bem.
Fonte: Adelante de la Fé - «Religión del sentimiento» = Cielo fácil
Fonte: Blog Roma de Sempre
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