
Em sua renomeada obra “História
Eclesiástica”, Dom Bosco (1815 – 1888) nos ensina quem foi Maomé,
fundador do islamismo, e como fez para espalhar suas crenças, conseguir
adeptos e atacar a Terra Santa, a Cristandade e a todos os que não
pensavam como ele.
Com linguagem didática, o santo educador nos expõe brevemente toda a verdade básica sobre o Islã.
Maomé e sua religião.

“Nasceu este famoso impostor em Meca, cidade da Arábia, de família pobre, de pai gentio e mãe judia.
Errando em busca de fortuna,
encontrou-se com uma viúva negociante em Damasco, que o nomeou seu
procurador e mais tarde casou-se com ele.
A religião que pregava era uma
mistura de paganismo, judaísmo e cristianismo. Ainda que admita um só
Deus, não reconhece a Jesus Cristo como filho de Deus, mas como seu
profeta.
Como dissesse com jactância que era
superior ao divino Salvador, instavam com ele para que fizesse milagres
como Jesus fazia; porém ele respondia que não tinha sido suscitado por
Deus para fazer milagres, mas para restabelecer a verdadeira religião
mediante a força.
Ditou suas crenças em árabe e com elas
compilou um livro que chamou Alcorão, isto é, livro por excelência;
narrou nele o seguinte milagre, ridículo em sumo grau.
Diz no Alcorão: “Sim, aqueles que dizem Deus é o Messias, filho de Maria, são ímpios” (V, 72). (referindo-se a Jesus)

Disse que tendo caído um pedaço da lua
em sua manga, ele soube fazê-la voltar a seu lugar; por isso os
maometanos tomaram por insígnia a meia lua.

Sendo conhecido por homem perturbador,
seus concidadãos trataram de dar-lhe morte; sabendo disto o astuto Maomé
fugiu e retirou-se para Medina com muitos aventureiros que o ajudaram a
apoderar-se da cidade.
Esta fuga de Maomé se chamou Egira, isto
é, perseguição; e desde então começou a era muçulmana, correspondente
ao ano 622 de nossa era.
O Alcorão está cheio de contradições,
repetições e absurdos. Não sabendo Maomé escrever, ajudaram-no em sua
obra um judeu e um monge apóstata da Pérsia chamado Sérgio.
Como o maometismo favorecesse a
libertinagem teve prontamente muitos sequazes; e como pouco depois se
visse seu autor à frente de um formidável exército de bandidos, pode com
suas palavras e ainda mais com suas armas introduzi-lo em quase todo o
Oriente.

Maomé depois de ter reinado nove anos tiranicamente, morreu na cidade de Medina no ano 632”.
Fonte: São João Bosco, “Storia
Ecclesiastica ad uso della gioventù utile ad ogni grado di persone”, 4ª
ed. melhorada, Turim, Tipografia do Oratorio de San Francesco de Sales,
1871.
Via www.abim.inf.br
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